Segunda-feira, 18 de junho de 2012 - 12h05
Cidade do Vaticano (RV) – Poucos dias após o Conselho Indigenista Missionário (CIMI) ter divulgado que mais de 62 mil indígenas foram mortos em 2011 no Brasil, a Igreja Católica levará o assunto à pauta das reuniões que precedem a Rio +20, que começa na próxima quarta-feira, no Rio de Janeiro.
De acordo com os dados do Censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), atualmente 817 mil índios vivem no Brasil – aproximadamente 0,4% da população. Por sua vez, a Fundação Nacional do Índio (Funai) aponta que a população indígena está distribuída em 688 terras indígenas demarcadas e em alguns trechos urbanos. Existem ainda, de acordo com a Funai, 82 referências a grupos que ainda não foram contatados.
Jaci de Souza, líder da comunidade indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima, pede atenção da presidente Dilma Rousseff à causa dos índios.
“Os fazendeiros já mataram nossos parentes. Quando eles estavam lutando, cultivando suas roças, chegaram os fazendeiros destruindo tudo e também matando. Gostaria de pedir à presidente que tenha respeito com as terras indígenas. Uma vez homologadas, é preciso retirar todos os invasores e deixar os indígenas trabalhando ali, tranquilamente. Também gostaria de pedir à presidente que se reunisse com os indígenas para que entendesse qual é a nossa situação hoje no Brasil, o quanto o povo indígena sofre”.
Padre Mário Campos é um missionário português em Roraima. Ele condena a forma como os índios são tratados e, principalmente, os casos de impunidade.
“O que nos chama a atenção e nos entristece muito é o fato que a grande maioria dos assassinatos ficam impunes. E isso passa uma mensagem para a sociedade “não-índia” de que matar índios não tem problema, você não vai preso nunca”.
Fonte: Rádio Vaticano
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