Domingo, 21 de junho de 2015 - 19h56
Mais de R$ 7,5 milhões serão investidos em projetos de adaptação aos prejuízos causados pelo aquecimento global. O montante se refere aos recursos não reembolsáveis, operados pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA). A medida é resultado da aprovação, pelo Comitê Gestor do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (Fundo Clima), do plano anual de aplicação de recursos de 2015, nesta sexta-feira (19).
Entre as atividades apoiadas pelo Fundo, está a construção de indicadores de vulnerabilidade da população como insumo para elaboração de ações de adaptação, em um projeto conduzido pela Fundação Oswaldo Cruz.
Além disso, há projetos voltados para o aproveitamento da energia solar e do biogás, para os impactos das mudanças climáticas sobre os recursos hídricos do Cerrado e para a recuperação de dados meteorológicos históricos.
Atlas
As iniciativas realizadas com recursos não reembolsáveis do Fundo foram compiladas em um atlas, divulgado para o Comitê Gestor na reunião desta sexta-feira.
Ao todo, já são 189 projetos apoiados e 46 parcerias realizadas nessa modalidade de financiamento. O investimento total foi de R$ 96 milhões em ações como o monitoramento de emissões, a prevenção de riscos e a recuperação de áreas vulneráveis nos ecossistemas costeiros e semiáridos.
As linhas de atuação do Fundo estão de acordo com o previsto pelas políticas publicadas ligadas ao tema.
O secretário de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do MMA, Carlos Klink, destacou que grande parte dos projetos apoiados até agora se refere a ações de adaptação.
“Os projetos estão bastante alinhados com os planos setoriais e com o Plano Nacional sobre Mudança do Clima”, analisou.
Sobre o Fundo
Pioneiro no apoio a pesquisas e programas de mitigação e adaptação, o Fundo Clima é um dos principais instrumentos da Política Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC). Com natureza contábil e vinculado ao MMA, é administrado por um comitê formado por representantes de órgãos federais, da sociedade civil, do terceiro setor, dos estados e dos municípios.
Apesar de considerado um fenômeno natural, o efeito estufa se intensificou nas últimas décadas, acarretando mudanças climáticas. Essas alterações resultam do aumento descontrolado das emissões de gases como o dióxido de carbono e o metano. A liberação dessas substâncias é consequência de atividades humanas como o transporte urbano, o desmatamento, a agricultura, a pecuária e a geração e o consumo de energia.
Fonte: Ministério do Meio Ambiente
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