Sábado, 23 de outubro de 2010 - 23h09
Do G1, com informações do
Jornal Nacional e da Agência Estado
Faltam cinco centímetros para que o nível do Rio Negro, no Amazonas, quebre a marca histórica de 1.963, quando chegou a 13,64 metros. Segundo Valderino Pereira da Silva, que há 31 anos mede de segunda a sexta-feira o nível do rio em um porto de Manaus, o recorde da seca campeã deve ser batido neste domingo (24).
Trinta e oito municípios – dos 62 do estado – já decretaram situação de emergência por causa da estiagem. Vinte e duas mil famílias enfrentam dificuldades devido à seca.
As casas flutuantes agora estão sobre o leito seco de um dos afluentes do Rio Negro. Canoeiros ficaram sem trabalho. “Dois meses e meio de trabalho parado, sem renda, sem qualquer atividade”, diz Adonis Custódio.
No encontro das águas, onde o Rio Negro se junta ao Solimões, ilhas de pedra e argila aparecem pela primeira vez.
A seca extrema também intensificou o fenômeno de desbarrancamento das margens, conhecido como “terras caídas.” “A água do rio desce muito rápido, no entanto o barranco continua com muita água. Acumula um peso muito grande e causa o desbarrancamento”, afirma Marco Oliveira.
Os barrancos só voltam a ficar seguros quando os rios começarem a encher, no fim de novembro.
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