Terça-feira, 24 de agosto de 2010 - 17h29
Por Mario Mantovani
A queimada de florestas para abrir espaço para os plantios ainda é, infelizmente, uma prática cultural muito comum no Brasil. O hábito está presente do caboclo que não tem recurso e usa o fogo para suprir a falta de ferramentas aos grandes proprietários de terra que tentam diminuir os custos ou até na vida de quem mora na cidade, limpa o quintal e põe fogo para "limpar" a sujeira.
Diferentemente dos índios, que queimavam uma área em uma estação e depois se mudavam para outra região e permitiam que a primeira se regenerasse,agora a queimada continua no mesmo local ano após ano, criando o ciclo vicioso do fogo. O solo vai ficando mais exposto, a área não se recupera e logo mais outro pedaço de floresta pode ser queimado para abrir uma nova frente para a plantação. A escala é progressiva e lamentável. E a Lei de Queimadas até prevê responsabilidades, mas o poder público não tem condições de fiscalizar e de indicar os culpados. Por isso, precisamos de uma mudança de atitude, única solução para garantir a proteção dos nossos recursos naturais, tão necessários para todos quanto os alimentos produzidos nos ricos solos brasileiros.
(Fonte: De olho no tempo, com informações O Estado de São Paulo)
Sexta-feira, 2 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)
A Ecoporé, instituição com 37 anos de história em Rondônia, e o Bloco Pirarucu do Madeira uniram forças em uma ação que redefine a relação entre as

Pesquisadores de Porto Velho-RO apresentam solução inovadora para reaproveitar água de ar-condicionado em prédios públicos, promovendo sustentabilid

Com o objetivo de fortalecer a preservação das espécies nativas da região amazônica e garantir a biodiversidade, 228 mil filhotes de tartarugas-da A

Soltura de Quelônios no vale do Guaporé
Há cerca de 39 anos atrás um Quilombola, nascido no Vale do Guaporé, preocupado com o possível extermínio dos Quelônios (Tracajás, Tartarugas e outr
Sexta-feira, 2 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)