Domingo, 23 de dezembro de 2007 - 15h53
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) estima que apenas a Região Norte contará com chuvas mais intensas que o considerado normal para o final deste mês, em janeiro e fevereiro de 2008. Para o Nordeste, a previsão é de normalidade no período e apenas em alguns pontos as chuvas estarão abaixo do normal.
No Sul, as chuvas vão ficar abaixo do normal nos dois primeiros meses do ano, de acordo com o instituto. Nas demais regiões, a tendência é de que ocorram dentro da normalidade para o período. A temperatura deve continuar com valores acima do normal na Região Sul e em parte do Sudeste até o fim de fevereiro, devendo se comportar de forma normal nas demais áreas do país.
As previsões do Inmet se baseiam nas tendências determinadas pela influência das queimadas e ou pela movimentação do fenômeno La Niña, que atua desde o mês de abril em fase madura sobre os campos oceânicos e atmosféricos na área do Pacífico Equatorial. Em consequência dessa atuação, a temperatura da superfície do mar excedeu três graus centígrados na costa oeste da América do Sul desde abril.
Em relação a setembro último, houve diminuição das anomalias positivas de pressão ao nível do mar na região do Pacífico Sudeste. O Inmet destaca que houve ocorrência de anomalias positivas de temperatura da superfície do mar sobre o oceano Atlântico Norte e anomalias negativas sobre o Atlântico Sul, onde a atividade anticlônica (pressão e depressão) foi intensa pelo terceiro mês consecutivo.
Um exemplo concreto dessas influências para a ocorrência de chuvas, segundo o instituto, é que na primeira quinzena de outubro, a atividade anticlônica na costa leste brasileira foi mais intensa que o observado em setembro. Isso provocou chuvas mais contínuas no litoral da Bahia, e acima da média histórica em parte das Regiões Norte e Sul do país assim como em áreas isoladas no leste do Sudeste, em Mato Grosso e em Mato Grosso do Sul. Esse quadro provocou persistência de massa de ar seco no interior brasileiro. Os valores de umidade relativa do ar estiveram mais críticos em Goiânia (GO), com 13% no dia 9, 13% no dia 10 em Conceição das Alagoas (MG), e 12% no dia 12 em Resende (RJ).
Em relação à ocorrência de queimadas, a tendência para o fim deste mês, janeiro e fevereiro é de poucas áreas críticas no Brasil, em função do período chuvoso no Centro-Oeste e Sudeste e no sul da Amazônia Legal. Os riscos mais críticos de queimadas estão previstos para o norte da Região Nordeste, havendo tendência de queimadas abaixo da média no norte da Região Norte, especialmente em Roraima e no norte do Pará, em função da previsão de chuvas acima do normal.
Lourenço Canuto - Agência Brasil
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