Quinta-feira, 22 de outubro de 2009 - 18h07
Coleção com mais de 200 unidades retrata o indígena, a fauna, a flora e marca abertura do Pantanartes, em Campo Grande. Entrada é gratuita
CAMPO GRANDE/MS – Semblantes de jovens índios, roedores e mamíferos silvestres, pássaros e insetos naturais do Pantanal e até animais exóticos à região, como o boi (hoje adaptados), são algumas das imagens que estão transformando em arte um objeto mais comum nas cozinhas em todo o mundo: o prato de porcelana. Através de pintura a mão e “queima” durante cinco horas em fornos próprios a 750 graus celsius, o prato transforma-se em obra artística além de delicada, vistosa e, ao mesmo tempo, imponente peça de decoração.
A novidade está marcando a abertura do Pantanartes – Espaço Cultural, que a partir desta semana recebe o público com peças das mais diversas manifestações do artesanato e das artes plásticas sul-mato-grossenses. Em nenhuma delas há produção em série. Os pratos de porcelana, por exemplo, são pintados individualmente (unidade por unidade) por artistas regionais a partir da estilização de imagens reais. Portanto, cada objeto é único.
Além de disputados como arte e referências para decoração, os pratos “queimados” tornam-se peças de porcelana vidrada e ainda podem ser utilizados em jantares e banquetes mais suntuosos. Já os pratos em porcelana fosca - também disponíveis no Pantanartes – servem somente como peças de ambiente.
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