Quinta-feira, 7 de maio de 2020 - 12h06

Com a pandemia do coronavírus
ocupando os principais espaços da mídia local, uma doença crônica, para a qual
muitos prefeitos de Porto Velho prometeram a cura, acabou caindo no
esquecimento. Trata-se do sistema de transporte coletivo. Entra governo, sai
governo, sempre se assegura melhorias para o setor. “Se eu for eleito, o
transporte de passageiros será uma das prioridades do meu governo”, disse o
então candidato Roberto Sobrinho. Anos se passaram e nada. O que já era ruim
piorou. Depois veio Nazif com aquela conversa mole para enganar trouxas,
prometendo acabar com o monopólio. O resultado do desastre todos nós sabemos, enquanto
muitos continuam até hoje sentindo o problema na própria carne. O prefeito
Hildon Chaves conseguiu alguns avanços, mas o sistema ainda está muito longe do
ideal.
É inaceitável o que vem ocorrendo
com o transporte coletivo da capital, como consequência, dentre outros fatores,
da ausência de gerenciamento por parte da secretaria responsável para colocar
as coisas nos seus devidos lugares, para fazer o que precisa ser feito, mas não
a faz. Com isso, toda uma comunidade, que depende desse meio de locomoção, vem
sendo duramente castigada. Enquanto as autoridades municipais não acordarem
para essa dura realidade, o usuário vai continuar pagando uma das tarifas mais
caras do país por um serviço de péssima qualidade.
É revoltante ver pessoas mofando
nas paradas mais de uma hora, esperando uma condução, expostas ao sol e à chuva.
Isso porque a maioria dos pontos sequer sinalização tem. Em alguns locais, a
cobertura do telhado não existe. Muitos passageiros tentam se esconder do sol
nas sombras dos postes de energia elétrica. Quando chove, as pessoas precisam
se abrigar nas lojas, embaixo de árvores ou marquises. Chega a ser até difícil
encontrar adjetivo ou substantivo para qualificar esse tipo comportamento. Será
que não vai aparecer ninguém para acabar de uma vez por todas com essa pouca
vergonha praticada contra a população?
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