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José Augusto visita SIMPI e mostra plano de trabalho


José Augusto visita SIMPI e mostra plano de trabalho - Gente de Opinião

Em visita ao Sindicato das Micro e Pequenas Indústrias de Rondônia– SIMPI, onde foi recebido pelo presidente Leonardo Sobral, o candidato do PMDB à Prefeitura de Porto Velho, Médico José Augusto, apresentou as propostas de seu plano de governo para o setor e mostrou que suas ideias atendem literalmente às aspirações da categoria. Criação da Secretaria Municipal da Indústria e Comércio, fortalecimento do cooperativismo e estímulo às chamadas cadeias produtivas, fortalecimento do crédito para as micro e pequenas empresas através do Banco do Povo e supressão das barreiras burocráticas impostas pelo município, que desestimulam o micro e pequeno empreendedor, conduzindo-o para a informalidade, são apenas alguns dos pontos convergentes.

José Augusto disse que seu programa de governo contempla medidas nas áreas da saúde, transporte coletivo, vias públicas e apresenta muitas propostas inovadoras, entre as quais o incentivo ao cooperativismo, setor de tão grande importância que chega a ser curiosa a desatenção que recebe. Através de ações na área do cooperativismo e da necessária atenção aos micro e pequenos empreendedores podemos oferecer muitas frentes de trabalho e gerar empregos, além de minimizar os problemas até mesmo do transporte urbano e do trânsito, já que favorece os moradores na periferia com a criação de postos de trabalho na própria região onde residem.

O candidato do PMDB lamentou que Porto Velho tenha deixado passar a oportunidade e o grande volume de recursos investidos nas obras da usinas para explorar adequadamente as oportunidades de consolidação e diversificação de nossa economia. Ações pontuais nesse sentido surgiram da iniciativa privada, quando o poder público municipal poderia ter entrado decisivamente em cena com a criação, por exemplo, de mecanismos capazes de estimular as iniciativas associativas, por meio de grupos de produção, comercialização, compras compartilhadas, cadeias produtivas, associações e cooperativas nos diversos setores da economia.

- Muito se fala hoje no pós-usinas, como se fosse o fim do mundo. Isso é mais reflexo do que se deixou de fazer do que qualquer outra coisa. A história registra o que aconteceu com o Brasil em função da monocultura cafeeira no sul e da cana-de-açúcar no nordeste. Quando vemos o que está acontecendo com os municípios beneficiados com os royalties do pré-sal nos perguntamos: será que não aprendemos nada com a história? Nós não vamos permitir que isso aconteça com nosso município, que já viveu a cultura econômica do contracheque e, agora, das usinas.

  O candidato do PMDB disse que as pessoas tem que estar qualificadas para o futuro. Antes de começaram as obras em Porto Velho ele já havia alertado para os problemas sociais e falta de mão de obra qualificada. “Sempre participei de reuniões de grupos do G14, que fazia reunião com os moradores e manifestei minha preocupação. Por isso planejamos ações como a instituição de umPrograma de Desenvolvimento de Cadeias Produtivas, com o objetivo de fomentar o desenvolvimento das cadeias de óleos, da indústria gráfica, e da indústria moveleira, do couro entre outras cadeias correspondentes às vocações econômicas do município”.

- Vamos utilizar os sistemas de Tecnologia de Informação na busca de agilidade, simplificação das tarefas, redução de custos das operações e prestação direta e transparente de serviços e informações aos munícipes.

Iniciar a gestão (2013 – 2016) executando o planejado e concluindo as obras inacabadas da gestão anterior. Vamos formar e capacitar equipes para elaboração e gestão de projetos. Na área de comercialização, criarpolos produtivos conforme a aptidão da microrregião - para facilitar as ações de Assistência Técnica, comercialização e transporte nas culturas de abacaxi, banana, açaí/pupunha, cupuaçu, melancia, mandioca/farinha e alimentação animal, produção de grãos e hortaliças.

 - Além disso, queremos incentivar a introdução de Quiosques ou espaços para produtos da agricultura familiar na rede varejista do comercio local, por meio de parcerias com a associação comercial, associação de supermercados; organização de produtores, SEBRAE, EMATER, SEAGRE e SEDES. E, com o fortalecimento das cooperativas e associações, vamos apoiar a implantação de agroindústrias e à profissionalização da gestão das organizações, por meio de parcerias com o MDS, FNDE/MEC, SEDES, SEAGRE e Emater-RO. Queremos maior ênfase no processamento de polpas de frutas, compotas, doces, hortaliças prontas para o consumo, farinha de mandioca e pequenos frigoríficos para abate de pequenos animais. Sem descuidar, claro, de estimular a industrialização de nossos principais produtos para gerar empregos e agregar valor ao couro, minério, setor moveleiro e essências, coisa que o SIMPI já faz e precisa ser fortalecido - concluiu.

Fonte: Carlos Henrique

 

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