Quarta-feira, 24 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)

×
Gente de Opinião

Economia

Ministério da Fazenda retirou a obrigatoriedade do término do PERSE em 31 de março


Foto divulgação: Orlando de Souza, presidente do FOHB Vinícius Lummertz, ex-ministro do Turismo Toni Sando, presidente Brasildestination - Unidestinos Caio Calfat, CEO da Caio Calfat Real Estate Consulting Fernando Guinato, presidente SPCVB - Gente de Opinião
Foto divulgação: Orlando de Souza, presidente do FOHB Vinícius Lummertz, ex-ministro do Turismo Toni Sando, presidente Brasildestination - Unidestinos Caio Calfat, CEO da Caio Calfat Real Estate Consulting Fernando Guinato, presidente SPCVB

Ontem (5/3), em audiência pública que reuniu mais de 600 pessoas em Brasília (DF), incluindo senadores, deputados de diferentes partidos políticos e líderes de dezenas de entidades de classe, o Ministério da Fazenda retirou a obrigatoriedade do término do PERSE em 31 de março, e propôs a redação de um Projeto de Lei para rever as bases e/ou a manutenção do benefício. Um dos pontos que já está previsto é a retirada de beneficiários que não tenham ligação direta com o turismo. 

As informações são de Caio Calfat, CEO da Caio Calfat Real Estate Consulting, empresa que atua no assessoramento de empresários, entidades e organizações públicas e privadas no fomento ao desenvolvimento turístico-imobiliário. Na avaliação do executivo, foi uma grande vitória para o setor. “Existe um amplo trabalho a ser feito, envolvendo o Governo, as entidades de classe e a iniciativa privada. Estamos esperançosos e entendemos que, ainda no primeiro semestre, o assunto será retomado de forma mais madura e com uma nova proposta para o setor. Não há dúvidas de que ajustes serão feitos e que o tema retornará sob novas bases”, diz. 

Entenda o PERSE
O PERSE – Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos foi criado, inicial e originalmente, em razão do impacto negativo da Pandemia sobre determinadas empresas do setor de eventos, de modo a ajuda-las a sobreviver durante e após a pandemia. Seu desdobramento para o setor turístico envolve toda indústria (companhias aéreas, redes hoteleiras, agências e operadores de viagem e demais players), somando quase 120 mil empresas beneficiadas hoje com uma redução significativa do pagamento de impostos e cujos recursos vêm sendo investidores em outras áreas da operação do negócio.
Estima-se, pelo número de empresas, que a redução de impostos, de um lado, gera um “prejuízo” de R
5 bilhões para o Governo, que não são recolhidos pelo imposto de renda, e, de outro, gera um ganho de R 20 bilhões em receitas que obtidas pela geração de empregos e divisas.

Gente de OpiniãoQuarta-feira, 24 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)

VOCÊ PODE GOSTAR

STF Abre Caminho para Recuperação de Valores Pagos a mais no DIFAL

STF Abre Caminho para Recuperação de Valores Pagos a mais no DIFAL

Micro e pequenas empresas de Rondônia optantes pelo Simples Nacional podem ter valores de DIFAL a recuperar. O tema ganhou força após decisão do Supre

2ª Edição do Empreende Pet movimenta Porto Velho com empreendedorismo, adoção responsável e cultura

2ª Edição do Empreende Pet movimenta Porto Velho com empreendedorismo, adoção responsável e cultura

A capital rondoniense se prepara para receber a 2ª edição do Empreende Pet, evento que consolida o setor pet como vetor de economia, negócios e inov

Endividamento dos brasileiros bate recorde de 81,6% em maio

Endividamento dos brasileiros bate recorde de 81,6% em maio

Enquanto a inadimplência dispara entre os que ganham até três salários-mínimos no país, impulsionada pelos juros abusivos do cartão de crédito, a ca

Sebrae Startups: Empresas de Rondônia ganham mercado e participam do NEON 2026

Sebrae Startups: Empresas de Rondônia ganham mercado e participam do NEON 2026

O ecossistema de inovação de Rondônia vem demonstrado seu potencial de mercado em escala nacional ao participarem da Missão NEON 2026, realizada em

Gente de Opinião Quarta-feira, 24 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)