Segunda-feira, 27 de março de 2023 - 18h39

Em
2022 foram abertas 25.952 novas empresas, segundo o balanço da Junta Comercial
do Estado – Jucer em Rondônia. O presidente da Jucer destacou, que,
diversas ações vêm sendo realizadas para alavancar, ainda mais, a abertura de
empresas em Rondônia, e para isso, o governo por meio da Secretaria de Estado
de Desenvolvimento Econômico – Sedec, tem facilitado a constituição de empresas
através da Junta Comercial.
Segundo
José Alberto, o objetivo é incentivar a formalização das atividades comerciais.
“O Estado tem aproximadamente 54 mil pessoas físicas exercendo atividade
informal, na compra e venda de mercadorias e serviços, em seu CPF. Desse total,
28 mil estão na Capital. A nossa intenção é através de ações, demonstrar a
estes empreendedores informais, quão vantajoso é se regularizarem”, enfatizou.
CIDADANIA EMPRESARIAL
O
governador de Rondônia, Marcos Rocha ressalta que entre as ações para impulsionar
a economia, está o programa Cidadania
Empresarial, lançado em 2021 pelo Governo do Estado, criado
para estimular os empreendedores a se formalizarem. “Esse programa possibilitou
a redução de custos para abertura e registro de empresas, facilitando a vida
daquele que quer empreender, e gerando empregos diretos e indiretos”, destacou.
O
presidente da Jucer explicou, que o maior número de empresas abertas é do ramo
varejista: “Vestuários, restaurantes, lanchonetes e mercearias. Tem o ramo de
cuidados pessoais como, salão de beleza e estética, seguido pela construção
civil e demais. Em 2021 foram abertas 16 cooperativas”, explicou. Outro foco
importante da Junta é estimular as associações rurais, que mesmo tendo natureza
jurídica de associação, exercem atividade mercantil, o que não é correto. “O
correto é migrar para a forma de cooperativa e diante disso, a Jucer se coloca
à disposição para dar o apoio necessário nesse processo”, complementou.
Conforme
o presidente da Junta, essas associações que exercem atividade mercantil de
forma não regular se tornam prejudiciais ao logo do tempo, criando-se uma
passivo silencioso, ou seja, podendo ser penalizadas na forma da lei pelos
órgãos fiscalizadores, com multas e outras penalidades. “A Jucer já está
fazendo um levantamento deste público, com vistas a analisar o potencial
daqueles que têm as condições necessárias para se transformar em cooperativas.
Dessa forma, poderão exercer a mercantilidade de forma legal, podendo adquirir
produtos e mercadorias no atacado, com possíveis descontos como exemplo; a
redução da carga tributária na venda dos produtos, e contando ainda com o
incentivo que o Estado oferece”, esclareceu.
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