Quinta-feira, 29 de agosto de 2019 - 17h27

De janeiro a agosto deste ano, o Banco do Povo de Rondônia liberou R$ 5,15 milhões para pequenos empreendedores. Esse montante possibilitou transformações em propriedades rurais da agricultura familiar e em estabelecimentos nas cidades.
A instituição oferece o dinheiro em parceria com a Superintendência Estadual de Desenvolvimento Econômico e Infraestrutura (Sedi) e Associação de Crédito Cidadão (Acrecid).
Com a elevação do teto de financiamento, o Banco do Povo segue oferecendo empréstimos a partir de R$ 300, podendo alcançar o máximo de R$ 30 mil, dependendo da capacidade de pagamento do contemplado.
Com taxa de juros de 2% ao mês, o Programa Meu Cantinho permite ao pequeno empreendedor deixar o improviso no negócio, melhorando espaço e aparência de seu estabelecimento. Assim ocorre, por exemplo, com ateliês de costura, oficinas mecânicas, pequenas agroindústrias, as chamadas “fundos de quintal”, e salões de beleza, entre outros.
“Centenas de pessoas têm buscado recursos do Programa de Microcrédito Produtivo e Orientado, para agregação de valor”, assinala o presidente do banco, Manoel Serra.
Segundo o presidente, no início do ano houve especulação a respeito da descontinuidade do programa. “Logo desmentida”, frisou Serra. “Quando inauguramos Seringueiras, na BR-429, o governador Marcos Rocha ficou maravilhado ao notar o grande interesse de pequenos comerciantes e sitiantes em melhorar seus estabelecimentos e propriedades”, assinalou.

erra destacou a inserção de Oscips creditícias no uso de recursos do Orçamento da União, de Estados e Municípios para o desenvolvimento de cadeias produtivas. Ele se referiu especialmente a participação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Fundo Constitucional do Norte (FNO) e Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), entre outros.
No entanto, alertou, o êxito no uso desses recursos orçamentários depende da vontade política dos gestores.
DO URBANO AO RURAL
Desde os anos 1970 estabelecido em Rondônia – no comércio em Cacoal –, Serra atualmente acompanhando e participa de políticas públicas nesse setor. Nesse período percebeu um salto que assim descreve: “O microcrédito migrou do setor urbano para o rural, e é muito comum se ver agora a destinação de dinheiro para a melhoria do solo (gradeação e insumos), construção de cercas e aquisição de implementos agrícolas, entre os quais, pequenos tratores”, disse.
O banco participará da 1ª Feira do Jovem Empreendedor, de 8 a 9 de novembro, um evento em parceria entre a prefeitura municipal de Porto Velho e a Sedi.
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