Terça-feira, 23 de novembro de 2010 - 20h05
O Departamento de Medicina da Faculdade São Lucas, em parceria com a Coordenação de Extensão, traz até Porto Velho as Doutoras Lavínia Schuler Faccini e Fernanda Sales Vianna, docentes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), para ministrar palestras nesta quinta-feira, dia 25, às 19h, no auditório da Instituição, sobre os temas “Farmacogenética do tratamento do eritema nodoso hansênico” e “Avaliação da Organização Mundial de Saúde da ocorrência de malformações fetais e qualidade da assistência pré-natal”. As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas na COEX (3211-8054).
O tema “Avaliação da Organização Mundial de Saúde da ocorrência de malformações fetais e qualidade da assistência pré-natal” será abordado pela Doutora Lavínia Schuler Faccini, representante da Organização Mundial da Saúde no Brasil. “Rondônia participa do projeto de maneira pioneira em registro de uso de medicações durante a gravidez e de freqüência de defeitos congênitos”, destaca. No Brasil, este estudo será inédito, tendo em vista que não há registros relacionados ao uso de medicações durante a gestação. Segundo Lavínia Faccini, a avaliação dos resultados da gravidez em mulheres saudáveis, incluindo o peso ao nascer e natimortos, abortos, malformações e outros parâmetros normais, irá fornecer dados úteis para a saúde pública.
Já o tema “Estudo Farmacogenético da Resposta ao Tratamento do Eritema Nodoso Hansênico” será destacado pela Doutora Fernanda Sales Vianna. O eritema nodoso hansênico é uma reação imunológica de difícil controle que ocorre em alguns pacientes com hanseníase, caracterizando-se por mal estar geral, febre, dor, nódulos eritematosos e espessamento dos nervos periféricos. Segundo ela, o tratamento é baseado no uso de talidomida e prednisona, que mostram uma grande quantidade de efeitos colaterais que impõem dificuldades na vida do pacientes e impossibilitam a continuidade do tratamento. Fernanda Vianna salienta a importância do estudo farmacogenético para analisar variantes de genes que estão envolvidas no metabolismo desses medicamentos e avaliar a existência de uma possível associação às variantes genéticas e a resposta ao tratamento do ENH com talidomida e prednisona. Para ela, esse conhecimento pode ajudar na escolha do tratamento adequado e eficaz para pacientes, diminuindo o tempo de tratamento e conseqüências adversas para saúde.
Fonte: Chagas Pereira
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