Terça-feira, 29 de maio de 2012 - 19h02
Local tradicional de encontro dos artistas regionais, o Mercado
Cultural, reúne toda semana os amantes de serestas e samba. A cada dia um som diferente e com o apoio da Fundação Cultural Iaripuna, diversos projetos estão oportunizando a valorização dos músicos locais, a exemplo do projeto Roda de Choro que reúne todas as quintas-feiras músicos, convidados e demais visitantes.
Para o presidente da Fundação Iaripuna, Altair dos Santos, a Roda do Choro é um gênero tipicamente brasileiro. “Não importa idade, raça, cor ou sexo. As rodas de choro servem para reunir os amigos, amantes de boa música que aproveitam para recordar, encontrar e reencontrar demais amantes do bom som. E a diversão é sempre garantida. E o Mercado Cultural já virou um point para este gênero”, disse Altair.
Ele cita ainda que o choro serviu de inspiração a diversos compositores eruditos brasileiros e estrangeiros. “Dentre as composições de Heitor Villa-Lobos, o ciclo dos Choros é considerado um conjunto de obras importantes”, observou
A roda de chorinho da banda “Choro do Porto” é umas das tradições de todas as quintas que conta ainda com a apresentação da Fina Flor do Samba. Sendo que o espaço é aberto aos demais artistas.
Aniversário do Mercado
A Fundação Iaripuna está preparando uma programação especial para a próxima quinta-feira, 31/05, data em que o Mercado Cultural completa mais um ano. “O mercado cultural já faz parte da Agenda Cultural da semana, elaborada pela prefeitura e queremos um aniversário com muito
alegria e a participação dos artistas da terra. E toda a população está preparada para prestigiar e comemorar o terceiro aniversário deste espaço tão importante para todos os portovelhenses. São três anos de muita arte e cultura, apoiamos e honramos nossos artistas, pois sabemos da importância que é o mercado para a população que curte um bom som e uma boa música”, disse Altair.
Recomeço
Reconstruído pela prefeitura e reinaugurado em 15 de maio de 2009, o Mercado é uma referência da cultura do município e durante os três anos de atividades mobilizou milhares de pessoas, entre artistas e público que participaram das atividades culturais promovidas em todos os finais de semana.
Fonte: Janiele Viana
Fotos: Arquivo
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