Sábado, 10 de outubro de 2009 - 06h30
Peregrinos chegam a Belém para a maior concentração popular e religiosa da região norte brasileira. Feira do Miriti expõe na praça artesanato de qualidade feito em Abaetetuba, nordeste do estado.
Agência Amazônia (*)
BELÉM, PA – O sacrifício e as promessas começam sempre antes da maior romaria popular da Amazônia e uma das festas mais conhecidas do mundo. O Pará abriu oficialmente, nesta sexta-feira, as romarias do Círio de Nossa Senhora de Nazaré. Grupos de peregrinos que viajam por rodovias ou em barcos estão chegando à capital do Estado do Pará, procedentes de Castanhal, São Caetano de Odivelas e Santo Antônio do Tauá e outras localidades.
Eles vêm determinados a chegar caminhando a pé até a Basílica de Nazaré. Um deles foi o motorista Carlos Teixeira, fez o percurso Castanhal-Belém pela 12ª vez. Os festejos e as celebrações religiosas reúnem cerca de dois milhões de pessoas a cada ano.
A festa do Círio de Nazaré tem muitas cores. Colorido retratado nos tradicionais brinquedos de miriti, arte que ganha novas formas e tratamento, movimentando a economia do município de Abaetetuba, nordeste paraense, que gira em torno do aproveitamento da palmeira do miriti e do açaizeiro. O resultado do trabalho de 148 artesãos pode ser conferido até o dia 12 de outubro na 9ª edição da Feira do Miriti, na Praça Waldemar Henrique, junto com a Feira do Círio, que reúne artesãos de diversas regiões do estado.
A organização da Feira do Miriti espera que o volume de negócios gerados este ano seja da ordem de R$ 350 mil, superando em mais de R$ 100 mil o do ano passado, quando o evento fechou mais de 50 negócios. A promoção é do Serviço de Apoio à Micro e Pequenas Empresas do Pará em parceria com a Associação dos Produtores de Brinquedos e Artesanato em Miriti, de Abaetetuba. O Sebrae também promove a Feira do Círio, que chega à sua 13ª edição.
Réplicas de animais e objetos de fibra
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Artesanato de miriti é muito procurado durante os festejos. Produtos também são exportados por artesãos de Abaetetuba /EUNICE PINTO |
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Romeiros desembarcam no porto de Belém para participar das delebrações religiosas e da maior festa popular da Amazônia /LUCIVALDO SENA |
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