Quarta-feira, 7 de novembro de 2007 - 14h19
A nova geoestratégia global é redesenhada com as tintas fortes da crise energética e da deterioração climática, afirma Mauro Victor, autor da obra
Será lançado hoje no Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, o livro 'Brasil: o capital natural', do engenheiro agrônomo, pesquisador e ambientalista Mauro Victor. De forma sistemática, com farta base documental, Brasil: o capital natural discute questões como a presença do agronegócio na Amazônia, o modelo de agricultura no século XXI, a legislação ambiental e outras. A nova geoestratégia global é redesenhada com as tintas fortes da crise energética e da deterioração climática, afirma Mauro Victor. O livro ajuda a entender a situação do Brasil nesse contexto.
Ambientalismo antigo
Na década de 70, Victor publicou no jornal O Estado de São Paulo, o ensaio 'Cem anos de devastação', referência para toda uma geração de ambientalistas brasileiros. A obra traçava um panorama da destruição da Mata Atlântica paulista ao longo de vários ciclos econômicos.
Nos anos 80, publicou Floresta Amazônica e Mata Atlântica Começo e Fim. Em seu novo livro, lançado pela Fundação de Estudos e Pesquisas Agrícolas e Florestais (Fepaf), Mauro Victor revisita esses ensaios, avalia algumas projeções realizadas no passado e analisa a situação atual da Amazônia, da Mata Atlântica no Estado de São Paulo, do Cinturão Verde e das áreas verdes no município de São Paulo.
Mauro Victor é engenheiro agrônomo, especialista em ciências florestais e pós-graduado em planejamento territorial e zoneamento ecológico econômico na Holanda. Ajudou a criar a Fundação Florestal, dirigiu o Instituto Florestal, estruturou o departamento de Parques e Áreas Verdes de São Paulo e dirigiu o Centro Nacional da Embrapa (atual Embrapa Meio-Ambiente). O autor trabalhou para a ONU - Organização das Nações Unidas e a Comunidade Européia e tem mais de 20 anos de prática no manejo de bosques tropicais na América Central e o Caribe.
Fonte: www.entrelinhas.com
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