Quarta-feira, 7 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)

×
Gente de Opinião

Cultura

IV Festival Amazônia Encena na Rua Continua Trazendo Alegria à Praça EFMM



Hoje acontece o quarto dia do IV Festival Amazônia Encena na Rua, que traz a continuidade da programação variada de espetáculos teatrais e de dança, oficinas e debates.

Dando continuidade à sua programação, o IV Festival Amazônia Encena na Rua faz jus à tradição dos espetáculos de rua e conta com o apoio e participação em massa do público. Nesta quinta-feira, o festival irá apresentar um cardápio variado de espetáculos de teatro e de dança, além da continuidade das oficinas e do ciclo de debates.

Hoje se apresentam na Arena da EFMM três grupos de teatro, sendo um de Rondônia, um do Rio Grande do Sul e um de Palmas. A Cia Fiasco, de Porto Velho, aproveita a oportunidade do festival para estrear sua mais recente produção, a peça “O Dragão de Macaparana”. As apresentações começam a partir das 19h. Já o II Festival de Dança, que acontece também no Complexo da EFMM, mas em outro espaço (atrás dos galpões), começa às 20h e traz hoje espetáculos de Dança Contemporânea e Dança do Ventre.

Programação do IV Festival Amazônia Encena na Rua para hoje, dia 21/07:

Das 8 às 12h: Oficinas de Teatro de Rua, Bonecos Gigantes e Dança Indiana

Das 15 às 17h: Roda 2 - Perspectivas do Teatro de Rua. Mediação: Michele Cabral (MA)

19h: O Que é o Amor
Os Tawera - Palmas (TO)
São histórias e cantos sobre a paixão e uma alegre reflexão sobre o namoro e o casamento, em busca da compreensão de O que é o amor! Utilizando-se de bonecos e tambores artesanais da Aldeia TabokaGrande, o espetáculo apresenta um personagem inconformado e em constante luta pelo sucesso nos seus relacionamentos.

20h: O Dragão de Macaparana
Cia de Artes Fiasco – Porto Velho (RO)
O espetáculo conta a história de dois artistas mambembes: Valdinho e Burluvio, que ganham a vida levando sua arte a varias cidades em cima de uma carroça e que sempre acabam saindo fugidos por causa das inúmeras confusões que aprontam em todos os lugares onde se apresentam.

21 horas – A Máquina do Tempo
Oigalê – Cooperativa de Artistas Teatrais – Porto Alegre (RS) (Oigalê é patrocinado pela Petrobras)
A Oigalê propõe um trabalho de educação ambiental através do espetáculo “A Máquina do Tempo”, enfocando a questão do uso racional da água. Para isso, apresenta as figuras características da família Brasileira como pano de fundo para despertar a população sobre a necessidade de preservação do meio ambiente.

II Festival de Dança

A partir das 20h:
Dança Contemporânea - Bailarinos da Extinta Escola de Dança
Dança do Ventre - Anderson Moreira

 

Gente de OpiniãoQuarta-feira, 7 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)

VOCÊ PODE GOSTAR

 Pontão de Cultura Raízes Amazônicas capacita 15 pessoas em oficina gratuita de artesanato com fibras vegetais em Vilhena

Pontão de Cultura Raízes Amazônicas capacita 15 pessoas em oficina gratuita de artesanato com fibras vegetais em Vilhena

O Pontão de Cultura Raízes Amazônicas: Celebrando a Diversidade Cultural, coordenado pela Associação Cultural, Educação, Meio Ambiente e Desenvolvim

Pontão de Cultura Raízes Amazônicas lança publicação digital da campanha “Celebrando a Diversidade Cultural Amazônica”

Pontão de Cultura Raízes Amazônicas lança publicação digital da campanha “Celebrando a Diversidade Cultural Amazônica”

O Pontão de Cultura Raízes Amazônicas: Celebrando a Diversidade Cultural, coordenado pela Associação Cultural, Educação, Meio Ambiente e Desenvolvim

Documentário sobre a Festa do Divino na Comunidade Quilombola de Santa Cruz é exibido para alunos do EJA em Cerejeiras

Documentário sobre a Festa do Divino na Comunidade Quilombola de Santa Cruz é exibido para alunos do EJA em Cerejeiras

O curta-metragem documental “Vozes do Divino: Tradição e Cultura na Comunidade Quilombola de Santa Cruz” foi exibido no dia 29 de outubro para aluno

Quando o clima muda, o rio Madeira fala através do cinema

Quando o clima muda, o rio Madeira fala através do cinema

Se o mundo está à beira do colapso climático, o curta-metragem CL[y]MATICS, do Coletivo Madeirista de Rondônia, preferiu falar uma linguagem que qua

Gente de Opinião Quarta-feira, 7 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)