Quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010 - 18h11
O periódico Brazilian Journal of Otorhinolaryngology aprovou o artigo intitulado “CARACTERIZAÇÃO DA TRIAGEM AUDITIVA NEONATAL DA CLÍNICA LIMIAR EM PORTO VELHO – RONDÔNIA”, de autoria dos fonoaudiólogos Luana da Silva Arruda, Lourdes Lebre Redes de Oliveira e Anderson Souza de Oliveira, egressos do curso de Fonoaudiologia da Faculdade São Lucas, e das professoras Virgínia Braz da Silva e Isabel Cristiane Kuniyoshi, com orientação da professora Marília Silva e Nunes Botelho. Esse foi um estudo com a população local e mostra a realidade da capital rondoniense. A triagem auditiva neonatal de rotina é capaz de detectar precocemente alterações auditivas que poderão interferir na vida do indivíduo.
O objetivo desse artigo foi caracterizar o programa de triagem auditiva neonatal em uma população de neonatos, através de levantamento no banco de dados da clínica responsável pela triagem auditiva neonatal na cidade Porto Velho (RO) do período de fevereiro de 2004 a outubro de 2006. O estudo concluiu que a hiperbilirrubinemia apresentou maior prevalência dentre os indicadores de risco encontrados nos recém-nascidos com deficiência auditiva confirmada. A prevalência de perda auditiva observada é de dois recém-nascidos para cada 1000 nascidos. Observa-se ainda uma correlação estatisticamente significante entre a perda auditiva neural com o indicador de risco hiperbilirrubinemia e perda auditiva neurossensorial com a etiologia desconhecida.
Na área da motricidade orofacial a Revista da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia aprovou o artigo intitulado "A RELAÇÃO ENTRE A MORDIDA ABERTA ANTERIOR E OS HÁBITOS ORAIS DELETÉRIOS EM CRIANÇAS DE UMA ESCOLA INFANTIL”. O estudo foi realizado pelas fonoaudiólogas Gabriela Nascimento Lima, Cibele de Melo Cordeiro e Janize da Silva Justo, pós-graduadas em Motricidade Orofacial pela Faculdade São Lucas, sob orientação da professora mestre Lidiane Cristina Barraviera Rodrigues. As pesquisas desenvolvidas pelos alunos de pós-graduação em Motricidade Orofacial também abrangeram o estado do Acre. Como esse estudo, que teve como objetivo verificar o número de pré-escolares com mordida aberta anterior e a associação com os hábitos orais (chupeta, mamadeira e sucção digital), os resultados indicam presença de mordida aberta anterior em 21,45% de pré-escolares e a maioria das crianças com mordida aberta anterior apresentou hábitos orais como mamadeira e chupeta.
Fonte: Chagas Pereira
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