Porto Velho (RO) quarta-feira, 22 de janeiro de 2020
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Cultura

Festival Amazônia Encena na Rua termina hoje


No sábado, duas apresentações de dança abrem a noite de espetáculos, a partir das 19h: Dança do Ventre com a Cia. Chistina Pontes, e Odissi, dança indiana com o grupo Locômbia, de Roraima. Em seguida começam as apresentações teatrais: uma família de palhaços atrapalhados entra em cena em Festival Amazônia Encena na Rua termina hoje   - Gente de OpiniãoPoropopó, da Cia. Será O Benidito?! do Rio de Janeiro. Para fechar a noite, os alunos do curso de teatro do grupo O Imaginário encenam A Ferrovia dos Invisíveis - Narrativas do Outro Lado. A peça é resultado de uma pesquisa sobre os trabalhadores de diversas nacionalidades que construíram a Ferrovia Madeira-Mamoré e sua estrutura é baseada nas narrativas e memórias de diferentes tempos.

Domingo acontece o encerramento do Festival, com todos os grupos e artistas circences na Arena Madeira Mamoré, a partir das 18h. Às 19h, o último espetáculo de dança do Festival fica por conta de Anderson Moreira com Dança do Ventre, e às 20h30 a Cia. Cata e Conta, do Maranhão, traz muitas histórias e cantorias no espetáculo Histórias de Maga. Às 21h30, o grupo O Imaginário apresenta novamente A Ferrovia dos Invisíveis, e encerrando esta edição do Festival, o grupo Tia Teatro e seus dois palhaços "sem eira nem beira" divertem o público com a peça Histórias de Circo sem Lona.

Programação - V Festival Amazônia Encena na Rua
 

18h - O Circo na Arena - Todos os Circenses

19h - Dança do Ventre - Cia. de Dança Anderson Moreira

Porto Velho (RO)

19h30 - Histórias de Maga - Cia. Cata e Conta

Imperatriz (MA)

Uma lavadeira de sonhos. Uma mulher que na peleja do dia a dia faz fluir a imaginação de todo o público com suas histórias e tagarelices. Na cena, bonecos e sua trouxa de roupas, que vai levando pro rio da ilusão de cada um de nós. É um trabalho de contação de histórias e com muitas cantorias.

20h30 - A Ferrovia dos Invisíveis, Narrativas do Outro Lado - O Imaginário

Porto Velho (RO)

Um grupo de trabalhadores luta para construir uma ferrovia no meio da floresta. A estrutura é baseada nas memórias, nas narrativas de diferentes tempos, a partir de fatos históricos e da importância da presença dos trabalhadores de diversas nacionalidades, no período da construção da Estrada de Ferro Madeira Mamoré. Dando um sentido humano e universal, transformando o drama e as ações humanas em composição de ações poéticas.

21h30 - Histórias de Circo Sem Lona - Tia Teatro

Porto Alegre - RS

As artimanhas de dois palhaços “sem eira, nem beira”, que não têm muitos dotes e precisam encontrar uma forma de ganhar a vida e conquistar o pão de cada dia. Refletindo, através da alegoria e da linguagem do palhaço, como o homem vai levando sua vida, equilibrando-se entre os contrários, compreendendo a necessidade de “ganhar o pão com o suor de seu rosto”, mas criando mecanismos para escapar das pressões cotidianas, reagir aos exageros dos puritanos e se contrapor à tristeza e à violência do mundo.
 

Programação - II Seminário Amazônico de Teatro de Rua

Encerramento
Dia 29/07
Local: Arena Madeira Mamoré (Solenidade conjunta com o Amazônia Encena na Rua)

Fonte: Tapiri - O Imaginário

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