Sábado, 1 de outubro de 2016 - 07h44
A exposição “Queimadas”, que estará aberta ao público a partir da próxima segunda-feira (3), na Galeria Palácio que fica no térreo do Palácio Rio Madeira, em Porto Velho, retrata a triste realidade das queimadas que ocorrem em Rondônia, no período de estiagem. A exposição é do fotógrafo, documentarista e bacharel em turismo Luiz Brito, que desde 1995 começou a registrar a destruição causada pelas queimadas no estado.
Luiz Brito é filho da terra, nasceu em Porto Velho, quando Rondônia ainda era Território Federal do Guaporé. O artista é filho do ferroviário Glauco de Vieira Brito e da professora de artes industriais, Lídia dos Anjos Brito.
Ele começou a registrar a destruição provocada pelas queimadas em 1995, e desde então nunca mais parou. Para o artista, as queimadas das florestas rondonianas e amazônicas é o fim das vidas, de árvores e milhares de micros existentes que ainda são desconhecidas, tudo isso em nome da ganância e ambição do homem que só visa lucro.
Segundo o assessor da Superintendência de Gestão dos Gastos Públicos (Sugesp), Paulo Henrique da Rosa Peres, a Galeria do Palácio Rio Madeira é um espaço exclusivo para os artistas de Rondônia, e também para que os servidores e público em geral conheçam e prestigiem este trabalhos. A exposição estará aberta ao público a partir das 7h30 da próxima segunda-feira. “Qualquer pessoa pode prestigiar a exposição, basta fazer o cartão de visitante na entrada do Palácio Rio Madeira, apresentando um documento oficial de identificação”, explicou.
As obras ficarão expostas até o dia 31 de outubro e estará aberta diariamente das 7h30 às 13h30, de segunda a sexta-feira. Artistas que tiverem interesse em expor seus trabalhos na Galeria do Palácio devem procurar a Sugesp ou a Superintendência de Esporte, Cultura e Lazer (Sejucel) para fazer o pré-agendamento.
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Fonte
Texto: Eleni Caetano
Fotos: Admilson Knightz
Secom - Governo de Rondônia
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