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Dislexia e Distúrbios de Linguagem é tema de palestra


"Dislexia e Distúrbios de Linguagem" é o tema que abre, às 18h30, a programação desta quarta-feira, dia 21, da 5ª Jornada de Fonoaudiologia da Faculdade São Lucas, em palestra que será ministrada pelo fonoaudiólogo Jaime Luiz Zorzi, Doutor em Educação (Unicamp/SP), Mestre em Distúrbios da Comunicação (PUC/SP), Bacharel em Fonoaudiologia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, e atua como organizador e professor de cursos de especialização nas áreas de Fonoaudiologia e Educação e em programas de capacitação de professores e em assessoria educacional. Zorzi possui vasta experiência na área da Fonoaudiologia, com ênfase em desenvolvimento infantil, atuando principalmente nos seguintes temas: fonoaudiologia, linguagem, aprendizagem, educação e escrita. A palestra de Jaime Zorzi será realizada no auditório da São Lucas. Logo em seguida serão ministradas oficinas sobre os temas "Noções Básicas de Música Aplicada à Voz", pela musicista Raquel Lyrio e pela fonoaudióloga Elisangela Hermes (Anfiteatro II), "Avaliação e Reabilitação Labiríntica", pelos fonoaudiólogos Cristiane Bouchabki e José Roberto Costa (Sala 11-Prédio Babaçu, antigo Bloco D), e "Inteligência Emocional: Teoria na Prática", por Maria Cristina Martins (Sala 12-Prédio Babaçu, antigo Bloco D).

Na abertura da Jornada, segunda-feira, dia 19, a fonoaudióloga Sílvia Maria Ramos, diretora secretária do Conselho Federal de Fonoaudiologia, ministrou palestra enfatizando o tema "Conselho de Fonoaudiologia: Perspectiva e Ética". Professora da Universidade de Goiânia, Sílvia Ramos disse que é preciso resgatar a história da Fonoaudiologia. "A própria história mostra que somos uma profissão que abrange as áreas de saúde e educação, tendo em vista que a Fonoaudiologia atua na pesquisa, na prevenção, na avaliação e na terapia", acrescentou. A Fonoaudiologia é a ciência que estuda a comunicação humana no que se refere ao desenvolvimento, aperfeiçoamento, distúrbios e diferenças quanto aos aspectos das funções auditiva, vestibular, cognitiva e linguagem oral e escrita, na fala, na fluência e na voz.

Segundo Sílvia Ramos, as diferenças regionais fizeram com que fossem recriadas em 2002, pelo Ministério da Educação, as diretrizes curriculares do Curso de Fonoaudiologia. "Na década de 70 foram criadas Especialidades nas áreas de Audiologia, Motricidade Orofacial, Voz e Linguagem, enquanto em 2005 foi criada uma nova Especialidade: Saúde Coletiva", disse a Conselheira Federal de Fonoaudiologia, acrescentando que está em fase de criação as novas Especialidades em Fluência e Disfagia. Rondônia é um dos nove estados que integram a 5ª Região do Conselho Federal de Fonoaudiologia, cuja sede está situada em Goiânia. 

Fonte: Chagas Pereira

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