Quarta-feira, 7 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)

×
Gente de Opinião

Cultura

Cia Beradera prepara novo espetáculo baseado no Distrito de Nazaré



Com estreia prevista para o mês de setembro, a Companhia Beradera de Teatro está em fase final de montagem do seu novo espetáculo “Saga Beradera”, que conta a história do Distrito de Nazaré após a cheia histórica do Rio Madeira.

A equipe visitou o distrito de 3 a 5 de julho com o intuito de captar registros audiovisuais da população para compor a nova produção. O grupo já foi algumas vezes à localidade, dando início a ideia central da peça.Cia Beradera prepara novo espetáculo baseado no Distrito de Nazaré - Gente de Opinião

O diretor Rodrigo Vrech esteve na comunidade em dezembro de 2014 para realizar pesquisa para o texto da peça. “Conversei com moradores e o conteúdo foi essencial para moldar a forma que o trabalho ganhou. Essas entrevistas foram incluídas no texto do espetáculo”, afirma.

No mês de junho a Cia Beradera percorreu seis horas de barco pelo Rio Madeira, já que a comunidade só possui acesso por via fluvial para se reunir com Timaia Nunes, do Instituto Minhas Raízes, com quem firmou parceria para o trabalho.

Para retratar com mais vivacidade e levar elemento locais para as cenas do espetáculo, o diretor Rodrigo Vrech encomendou objetos de cena feitos de borracha, extraída das seringueiras da comunidade e outros elementos para composição do cenário. “Também conversamos com Sr. Artêmis, o mais antigo professor da comunidade que ainda está vivo e um dos precursores dos eventos folclóricos na região”, ressalta.

O espetáculo “Saga Beradera” entrará em cartaz no mês de setembro, em Porto Velho, de forma gratuita e será apresentado também no distrito, onde a companhia de teatro realizará uma oficina de teatro e na comunidade São Sebastião.

Acompanhe as novidades do espetáculo por meio da página no Facebook em (facebook.com/beraderaciadeteatro)


Sinopse

Arigó (Elizeu Braga) vive no Distrito de Nazaré há muito tempo e com a cheia do Rio Madeira fica dois meses sem contato com familiares, sem telefone e abrigado, junto com outros populares, dentro de uma escola. Seu neto (Cláudio Zarco) que vive em São Paulo, mas nasceu na comunidade tenta entrar em contato com o avô e fica sabendo que ele está doente em situação de depressiva, pois diante dos acontecimentos foi levado para o Pronto-socorro João Paulo II, em Porto Velho.

O neto resolve vir para Porto Velho encontrar o avô e leva-lo para morar em São Paulo, acompanhado da esposa Urbana (Andressa Silva), que é o ponto de vista preconceituoso, o olhar estrangeiro sobre o ribeirinho.

 
Fonte: Folk Produções

 

 

Gente de OpiniãoQuarta-feira, 7 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)

VOCÊ PODE GOSTAR

 Pontão de Cultura Raízes Amazônicas capacita 15 pessoas em oficina gratuita de artesanato com fibras vegetais em Vilhena

Pontão de Cultura Raízes Amazônicas capacita 15 pessoas em oficina gratuita de artesanato com fibras vegetais em Vilhena

O Pontão de Cultura Raízes Amazônicas: Celebrando a Diversidade Cultural, coordenado pela Associação Cultural, Educação, Meio Ambiente e Desenvolvim

Pontão de Cultura Raízes Amazônicas lança publicação digital da campanha “Celebrando a Diversidade Cultural Amazônica”

Pontão de Cultura Raízes Amazônicas lança publicação digital da campanha “Celebrando a Diversidade Cultural Amazônica”

O Pontão de Cultura Raízes Amazônicas: Celebrando a Diversidade Cultural, coordenado pela Associação Cultural, Educação, Meio Ambiente e Desenvolvim

Documentário sobre a Festa do Divino na Comunidade Quilombola de Santa Cruz é exibido para alunos do EJA em Cerejeiras

Documentário sobre a Festa do Divino na Comunidade Quilombola de Santa Cruz é exibido para alunos do EJA em Cerejeiras

O curta-metragem documental “Vozes do Divino: Tradição e Cultura na Comunidade Quilombola de Santa Cruz” foi exibido no dia 29 de outubro para aluno

Quando o clima muda, o rio Madeira fala através do cinema

Quando o clima muda, o rio Madeira fala através do cinema

Se o mundo está à beira do colapso climático, o curta-metragem CL[y]MATICS, do Coletivo Madeirista de Rondônia, preferiu falar uma linguagem que qua

Gente de Opinião Quarta-feira, 7 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)