Sexta-feira, 19 de junho de 2015 - 06h50
Paulo Virgílio - Repórter da Agência Brasil
Vinte e nove artistas brasileiros, entre cenógrafos, iluminadores e figurinistas, participam desde de ontem (18), e segue até o próximo dia 28 da 13ª Quadrienal de Praga, na capital da República Tcheca. O evento, que ocorre desde 1967, é considerado o maior do mundo no campo da cenografia e apresenta trabalhos contemporâneos nessa área e nas de figurino, iluminação, sonoplastia e arquitetura teatral para espetáculos de teatro, dança, ópera e performances.
A representação brasileira, que tem o apoio da Fundação Nacional de Artes (Funarte) e do Ministério da Cultura, inclui nomes importantes da cenografia do país, como Hélio Eichbauer, José Serroni, Daniela Thomas, Marcos Flaksman e Rosa Magalhães, sob curadoria-geral de Ronald Teixeira. De acordo com a Funarte, que foi responsável por toda a logística de transporte, o grupo viajou com recursos de R$ 500 mil, provenientes do ministério.
Durante a quadrienal, que este ano tem como tema principal Espaço compartilhado: Música, Clima, Política, a representação brasileira vai apresentar um projeto expositivo, dentro do eixo Política. A obra, composta por esferas, se transforma aparentemente em uma árvore.
“A ideia foi criar uma rede de inter-relações, na qual cada um colocou, dentro desses objetos, sua confissão criadora. Eles trabalharam sem saber o que o outro estava criando”, explicou a curadora adjunta Rosane Muniz. As peças do tranalho foram reunidas em São Paulo e montadas em uma só estrutura, criada pelos designers Doris Rollemberg e Ronaldo Teixeira.
Em duas outras participações na Quadrienal de Praga – 1995 e 2011 – o Brasil conquistou a Triga de Ouro, o mais prestigiado prêmio da área cenográfica. Desde sua fundação, a quadrienal conta com a participação de diversos países em suas mostras competitivas.
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