Quarta-feira, 7 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)

×
Gente de Opinião

Cultura

Artesãos, Associações de Catadores e Cooperativas debatem melhorias para a Economia Solidária


Estiveram reunidos ontem, terça-feira, 17, na sala Guaporé do Teatro Banzeiros, artesãos de biojóias, tecelagem, tricô, crochê, madeiras, pinturas, arranjo de flores, sementes e biscuit, representantes de associações de catadores e cooperativas e da secretaria municipal de Desenvolvimento Socioeconômico e Turismo (Semdestur) para debater sobre a Economia Solidária, uma inovadora alternativa de geração de trabalho e renda através de uma proposta diferente de produzir, vender, comprar e trocar o que é preciso para viver, sem destruir o ambiente.

Segundo Fábio Macedo, diretor do Departamento de Desenvolvimento Socioeconômico, a Lei 1628 de 27 de outubro de 2005, deixa algumas situações em aberto e desta reunião sairão propostas para a melhoria das condições de trabalho dos que participam da Economia Solidária. “Vamos apresentar propostas para uma atuação coletiva e para que a Lei fique mais clara. Ela está aberta, quando os artesãos e catadores começaram a atuar, houve problemas quanto a utilização dos espaços públicos e equipamentos maquinários, além da produção e comercialização coletiva. Convidamos também para esta reunião a Coordenadoria de Postura e também a Procuradoria Geral do Município”, explica Fábio.

Andréa Mendes do Fórum Nacional de Economia Solidária, fala que a participação no evento é para acrescentar experiências obtidas em regulamentação de Leis de outros estados. “Porto Velho já trabalha com Economia Solidária há seis anos, e a prefeitura de Porto Velho vem realizando atividades que melhoram as condições de trabalho de todos. Então esta articulação que fazemos é no intuito garantir a real contribuição desta lei. Estamos trabalhando a aprovação da Lei Nacional de Economia Solidária, cuja a de Porto Velho contribuiu para a elaboração Federal”, frisou.

Ricardo Luiz Menezes trabalha há 40 anos como artesão e acredita que agora terá mais espaço e auxilio para trabalhar. “Estamos buscando melhorias e acredito que teremos um auxílio maior depois desta regulamentação”, afirma. Para Geraldo Gonzaga de Lima, catador há oito anos, a Lei será um amparo. “Ela dará maior visibilidade, pois ajudará a reconhecer o trabalhador de economia solidária”, disse.

A coordenadora municipal de Políticas Públicas para Mulheres, Mara Regina Araújo, presente na reunião, conta que a parceria com a Semdestur vem desde a primeira cooperativa só de mulheres do município, a UniArte, e que graças a economia solidária mulheres tem renda garantida, através de exposição em praças e no Shopping Popular. “Nesta quinta-feira estaremos na comunidade de São Sebastião, do outro lado do Rio madeira, vendendo e mostrando o artesanato das mulheres”, comenta.

A ECOSOL é uma feira itinerante, atualmente, expõe seus produtos à venda nos dias de sexta e sábado na Estrada de Ferro Madeira Mamoré.

Fonte: Rebeca Barca

Gente de OpiniãoQuarta-feira, 7 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)

VOCÊ PODE GOSTAR

 Pontão de Cultura Raízes Amazônicas capacita 15 pessoas em oficina gratuita de artesanato com fibras vegetais em Vilhena

Pontão de Cultura Raízes Amazônicas capacita 15 pessoas em oficina gratuita de artesanato com fibras vegetais em Vilhena

O Pontão de Cultura Raízes Amazônicas: Celebrando a Diversidade Cultural, coordenado pela Associação Cultural, Educação, Meio Ambiente e Desenvolvim

Pontão de Cultura Raízes Amazônicas lança publicação digital da campanha “Celebrando a Diversidade Cultural Amazônica”

Pontão de Cultura Raízes Amazônicas lança publicação digital da campanha “Celebrando a Diversidade Cultural Amazônica”

O Pontão de Cultura Raízes Amazônicas: Celebrando a Diversidade Cultural, coordenado pela Associação Cultural, Educação, Meio Ambiente e Desenvolvim

Documentário sobre a Festa do Divino na Comunidade Quilombola de Santa Cruz é exibido para alunos do EJA em Cerejeiras

Documentário sobre a Festa do Divino na Comunidade Quilombola de Santa Cruz é exibido para alunos do EJA em Cerejeiras

O curta-metragem documental “Vozes do Divino: Tradição e Cultura na Comunidade Quilombola de Santa Cruz” foi exibido no dia 29 de outubro para aluno

Quando o clima muda, o rio Madeira fala através do cinema

Quando o clima muda, o rio Madeira fala através do cinema

Se o mundo está à beira do colapso climático, o curta-metragem CL[y]MATICS, do Coletivo Madeirista de Rondônia, preferiu falar uma linguagem que qua

Gente de Opinião Quarta-feira, 7 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)