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Cultura

Adunir denuncia precariedade dos prédios dos campi da Unir



Representantes das instituições de ensino superior de todo o país se encontram em Uberlândia (Minas Gerais) no 30º Congresso do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior – ANDES. A presidente da Associação dos Docentes da Fundação Universidade Federal de Rondônia, professora Walterlina Brasil que Adunir denuncia precariedade dos prédios dos campi da Unir - Gente de Opiniãoparticipa do evento, fez um relato dos inúmeros problemas que vêm ocorrendo nos campi da Unir, se configurando num autêntico sucateamento, e comprometendo drasticamente o desempenho das atividades acadêmicas por parte de alunos e professores.

O ANDES-SN comemora seus 30 anos em atividade pública, em conjunto com os movimentos sociais e em da defesa da educação pública, gratuita, de qualidade e laica. Essa escolha é coerente com a trajetória do ANDES-SN que historicamente tem participado das lutas gerais dos trabalhadores como a luta contra a Ditadura Militar, pela Anistia aos presos Políticos, pelas Diretas Já, dentre outras. Uma das últimas questões na pauta e de interesse coletivo é o processo de privatização dos hospitais universitários, previsto na Medida Provisória 520 de dezembro de 2010.

Nesta quinta-feira, a professora Walterlina Brasil participa no plenário da Câmara Municipal de Uberlândia, de uma atividade pública, que irá marcar os 30 anos de fundação do Andes e ações em defesa da educação pública. O 30º Congresso do Andes tem como tema central nesta edição a "Universidade Pública – Trabalho Acadêmico e Crítica Social". As atividades acontecem até o dia 20 de fevereiro, no Bloco 3Q, do Campus Santa Mônica da UFU.

Ao encaminhar uma série de denúncias com relação à situação lastimável dos campi da Unir, a professora Walterlina Brasil defendeu a necessidade urgente de um posicionamento do Ministério Público Federal, e até mesmo do Ministério Público Estadual, no sentido de se buscar a solução destes problemas. Ela disse que, além da precariedade dos prédios, falta banheiro, telefone, internet e a demora na conclusão de laboratórios e departamentos.

Fonte: Ascom Adurni/ Paulo Ayres
 

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