Terça-feira, 28 de novembro de 2017 - 15h05
RESENHA POLÍTICA
ROBSON OLIVEIRA
AMEAÇA – Em coletiva concedida pelas equipes de Procuradores Federais que cuidam das operações
da Lava Jato em Curitiba e Rio de Janeiro, ontem (segunda-feira), não passou despercebida a fala do procurador Deltan Dellagnol ao anunciar que
2018 será “ A Batalha Final da Lava Jato”. É possível deduzir das palavras do senhor procurador que os políticos encalacrados nas investigações não terão vida fácil, exatamente no ano das eleições em que toda a Câmara Federal volta às urnas e, no Senado Federal, dois terços terão que renovar seus mandatos. Uma ameaça que provoca arrepios em todos eles (políticos).
CONFRONTO - Os alvos dos procuradores ao anunciar solenemente o confronto final em ano eleitoral
foram sentidos pelos atuais congressistas com contas a acertar na justiça. Embora o cenário atual, conforme atestam pesquisas realizadas, indicam que, se as eleições fossem hoje, um número considerável dos alvos dos procurados conseguiriam se safar nas urnas. Mas o confronto será em 2018; e muita água dessa Lava Jato vai passar por sob a ponte. A conferir!
CABARÉ – Os cantores Leonardo e Eduardo Costa colocaram Porto Velho em seu tour do show
nacional “Último Cabaré”. A festa foi realizada sábado passado
na casa de espetáculos “Talismã”, que estava lotada. No meio da multidão muitos políticos foram vistos, mas somente Ivo K-Sol foi premiado com uma solene vaia. Quem esteve no “Cabaré” viu um K-Sol acuado com as hostilidades do público.
DESGASTE – K-sol tem anunciado por onde passa que é candidatíssimo ao Governo de Rondônia pelo
PP. Uma tarefa nada fácil para quem tecnicamente está inabilitado juridicamente para a vida pública, embora propague o contrário. Contudo, as reações hostis do eleitorado do principal colégio eleitoral ao senador passam a ser um dado complicador numa eleição em dois turnos, especialmente para quem reconhece que deverá ir às eleições com a força de uma liminar.
MEGALÔMANOS – Exceto os bajuladores de plantão, não há nenhuma informação disponível com um
mínimo de credibilidade na mídia nacional informando que o
PMDB esteja estimulando a candidatura de Confúcio Moura para presidente da República. Não há também indicativo nenhum que outro partido, incluídos aí as dezenas de aluguéis, esteja disposto a lançar o governador de Rondônia à sucessão de Michel Temer.
MEU NOME - Portanto, a “notícia” que pulula por aí sobre a questão não passa de pura bajulação.
Nada impede, no entanto, dele se aventurar na empreita. Até o extinto Prona um dia lançou um candidato careca e barbudo com um bordão: - Meu nome é Enéias. Quem sabe ressuscitem o Prona e lancem outro careca imberbe com o mesmo bordão. Com a palavra os megalômanos.
RETORNANDO – Esta coluna
evita tecer loas às pessoas que estão anunciando a habilitação para
concorrer às eleições 2018. Mas abre espaço para registrar que o ex-deputado federal Chagas Neto decidiu retornar à ribalta política como provável candidato a deputado estadual. Por se tratar de um cabra da melhor qualidade a coluna abre uma exceção para fazer o registro.
NOVIÇO – Q
uem também anda se escalando para disputar as eleições estaduais é o jovem professor
universitário Vinícius Miguel. Diferente do experiente Chagas, Miguel foi anunciado pela REDE (partido presidido pela ex-senadora petista Marina Silva) como candidato a candidato a governador. Militante dos direitos humanos e especialista em questões penitenciárias com reconhecimento nacional, Vini (como é chamado pelos amigos próximos) é um noviço na política, dado a polêmica por abordar temas cruciais às garantias individuais e que provocam urticária nos intolerantes de plantão. Ainda não é possível garantir que colocará o nome na convenção da REDE, em caso positivo levará à pauta da campanha temas importantes que provocarão muitas polêmicas.
TAPETE - Mesmo o PMDB lançando antecipadamente o
nome de Maurão Carvalho num regabofe que
reuniu os caciques, o vice-governador Daniel Pereira (PSB) tem conversado com lideranças políticas confidenciando que é candidatíssimo à sucessão, caso o titular Confúcio Moura renuncie para disputar uma vaga no Congresso Nacional. Maurão tem sido rifado por muitos que hoje juram fidelidade. No final vai ser o último a ficar sabendo. É sempre assim nas relações entre infiéis.
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