Quinta-feira, 30 de março de 2017 - 21h51

MONTEZUMA CRUZ
Essa queima de restos de madeira foi fotografada por Jurandir Costa em Vista Alegre do Abunã. Um desperdício, pois há pedaços de madeira que ainda poderiam ser reaproveitados.
Outra perda inaceitável é o pó de serra das serrarias da região, e isso ocorre também nos vizinhos estados do Acre e Amazonas. Compactada, a serragem se transforma em briquetes, carvão ecológico, substituto da lenha.
Para obtê-lo, basta secar e prensar resíduos de madeira. Na sequência, com alto poder calorífico, o briquete é o combustível natural para caldeiras industriais, fornos, cerâmicas e outros.
Em 1777, o químico francês Antoine Laurent Lavoisier demonstrava que a massa dos produtos da reação era igual aos que deram origem a ela. Era o princípio da conservação de massas.
A combustão e outros processos relativos (a calcinação de metais por exemplo) resultava da combinação do oxigênio com outros elementos. Então, ele dizia: “Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”.
Rondônia ainda tem tempo para acreditar nessa máxima.
Repórter na Secom-RO. Colaborador dos sites Gente de Opinião e Expressão Rondônia. Trabalhou nos extintos jornais A Tribuna, O Guaporé, O Imparcial, O Parceleiro, e na sucursal da Empresa Brasileira de Notícias (EBN). Foi correspondente regional da Folha de S. Paulo, O Globo e Jornal do Brasil. Colaborou com o Alto Madeira.
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