Porto Velho (RO) sábado, 14 de dezembro de 2019
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José Carlos Sá

Pesar - Por José Carlos Sá


(Foto Maks Rocha/Agência Imagem News) - Gente de Opinião
(Foto Maks Rocha/Agência Imagem News)

Volto a lamentar mais uma perda importante. Desta vez foi o falecimento do arqueólogo Eurico Theófilo Miller, que foi pioneiro no trabalho arqueológico na região de Rondônia, especialmente nos vales dos rios Guaporé e do Madeira, além de pesquisas em vários estados, como no Rio Grande do Sul, Mato Grosso e Distrito Federal, por exemplo. A primeira vez que ouvi falar nele foi pelo amigo Edwaldo Viecili, pois eram vizinhos na estrada de Santo Antônio. Em 1999, tive o prazer de ouvir uma palestra proferida por Miller na Faculdade São Lucas. A entrevista, na foto acima, foi em um evento promovido pela UNIR, em 2011. Ontem, 12/07, soube pelo também amigo Danilo Curado sobre a morte de Miller.

Comentei no Banzeiros, por ocasião do meu único encontro com o professor:

O Papa – Alunos da UNIR, que não estão em greve, realizaram durante esta semana um evento sobre a Arqueologia, um dos mais novos cursos implantados na Universidade Federal de Rondônia. Entre os convidados a participar do evento – que fez questão de estar presente em toda a programação -, o nosso ‘Indiana Jones Caripuna’, Eurico Miller, responsável pelos estudos sobre os primeiros homens que habitaram esta região. Até o início dos estudos para construção dasuzina, só havia os artigos do Miller, narrando suas descobertas, que inclui os “sambaquis*” existentes no Vale do Guaporé, mostrando a ocupação por povos do litoral.

Na foto do Maks Rocha (Imagem News), o Banzeiros, conversando com o professor para esta ampla reportagem.

*Sambaquis – (do tupi tamba’kï; literalmente “monte de conchas”), também conhecidos como concheiros, casqueiros, berbigueiros ou até mesmo pelo termo em inglês shell-mountains, são depósitos construídos pelo homem constituídos por materiais orgânicos, calcáreos e que, empilhados ao longo do tempo vem sofrendo a ação de intempérie; acabaram por sofrer uma fossilização química, já que a chuva deforma as estruturas dos moluscos e dos ossos enterrados. (Wikipedia)

* O conteúdo opinativo acima é de inteira responsabilidade do colaborador e titular desta coluna. O Portal Gente de Opinião não tem responsabilidade legal pela "OPINIÃO", que é exclusiva do autor.

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