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Hiram Reis e Silva

Projeto Jari – 6ª Parte


 Projeto Jari (Manchete, n° 2.256) - Gente de Opinião
Projeto Jari (Manchete, n° 2.256)

Bagé, 02.01.2020

 



Revista Manchete, n° 1.555

Rio de Janeiro, RJ – Sábado, 06.02.1982



Economia [Allan Caruso]



Projeto Jari
A Nacionalização Feita por Empresários

 

A

maior transação empresarial brasileira dos últimos anos, comportando maciços investimentos do setor privado, foi finalmente concretizada após reunião, em São Paulo, de representantes de 23 empresas nacionais, para acertar as bases de compra do tão questionado Projeto Jari ‒ um enorme empreendimento agropecuário, erguido [...] pelo bilionário americano Daniel Keith Ludwig [...].

 

Os Números do Projeto Jari

 

Há cerca de 15 anos Daniel Ludwig lançava às margens do rio Jari quase 1 bilhão de dólares para a realização de um projeto presumidamente inigualável. Com a mais sofisticada tecnologia, ele implantou em meio à densa selva tropical:

 

Uma fábrica de celulose;

100 mil hectares de floresta marginal para abastecê-la;

A maior plantação continua de arroz do mundo;

Uma fábrica de beneficiamento de caulim;

4,6km de ferrovia e 4 mil e 800 de rodovia;

Uma serraria;

Um porto de navios de até 40 mil toneladas;

Um rebanho de 7 mil bovinos e 5 mil búfalos;

3 vilas; e,

2 cidades modernas e confortáveis, onde vivem, direta ou indiretamente ligadas ao projeto, aproximadamente 50 mil pessoas.

 

Apesar do volume de dinheiro investido, a realização desse projeto, que se transformou na primeira expe­riência de ocupação do solo amazônico, não pode na realidade ser avaliada friamente, em termos de preço, em face da incalculável relação custo/benefício que a implementação completa da iniciativa iria produzir. Isto porque os planos do projeto não se encerravam naquela realidade fantástica já construída na Amazô­nia. Outro bilhão de dólares iria ser investido a médio prazo na construção de uma hidrelétrica; na explora­ção da bauxita; numa fábrica de alumínio e em um grande complexo industrial para a fabricação de papel.

 

Entretanto, há indícios de que esses seriam apenas os primeiros passos de uma outra caminhada, a ser dada a longo prazo, objetivando um projeto bastante mais ousado: a busca de soluções para a crise de energia e insumos básicos no mundo ocidental. A utilização racional da carboquímica, por exemplo, que poderá transformar a madeira na maior fonte de riquezas do mundo moderno.

 

Do Sonho ao Pesadelo

 

Foi apenas uma questão de tempo. Quando, em 1967, o empreendimento começou a ser executado numa enorme faixa de terra entre o Pará e o Amapá, Ludwig pensava em um projeto integrado economicamente e autossuficiente em tudo. Seriam construídas cidades de porte médio, dentro dos padrões paraenses, para mais de 50 mil habitantes.

 

Ao mesmo tempo estariam sendo desenvolvidos e implementados o reflorestamento, a silvicultura, o cultivo do arroz, bauxita refratária, compensados e papel, além de uma hidrelétrica para 600 mil kW. Esses planos, contudo, ficaram apenas no início. A falta de racionalidade e os erros cometidos seguidamente por altos executivos de confiança de Ludwig começaram a preponderar. Os gastos supérfluos foram se tornando uma constante. Projetos considerados factíveis mostraram-se inviáveis logo após a sua implementação. O do arroz foi um deles. Neste ano já deveriam estar sendo colhidas 140 mil toneladas, numa área de 16 mil hectares.

 

No entanto a produção foi inferior a 17 mil toneladas, porque até agora, a área plantada não chega a 3.500 hectares, deixando, por consequência, completamente ociosa uma moderna usina de beneficiamento, com capacidade para 80 mil toneladas. A todos esses fatores negativos, de ordem técnica, administrativa e climática adversa, juntaram-se outros, de ordem conjuntural, como o da economia mundial em crise e o dos custos financeiros excessivamente elevados, que levariam o empreendimento a um colapso total se não fossem encontradas soluções alternativas para os graves problemas que começaram a surgir com a operacionalização inadequada de todo o projeto.

 

Com o correr dos anos os prejuízos foram se avolumando e os déficits crescendo. Somente nos três últimos anos a Jari Florestal e a Agropecuária acumularam prejuízos reais superiores a 36 bilhões de cruzeiros. Para se ter uma ideia melhor da situação atual, basta dizer que o déficit de caixa mensal do Jari, incluindo custos financeiros, é de 6 milhões de dólares.

 

Os prejuízos de 5,6 bilhões de cruzeiros, em 1979, se elevaram para 11 bilhões de cruzeiros, em 1980, devendo atingir a casa dos 20 bilhões de cruzeiros em 1981, quando as contas daquele exercício forem encerradas.

 

A Ação do Governo

 

De início, as autoridades de Brasília declararam, formalmente, que não iriam intervir no Projeto Jari e nem mesmo interferir nos aspectos econômicos e financeiros do empreendimento, apesar das inúmeras questões fundiárias existentes na área ocupada pelo projeto e de sua importância para o desenvolvimento da região. Até mesmo outros sérios problemas afetos à área de Segurança Nacional pareciam não pesar na linha de conduta oficial. Isso, entretanto, acabou não acontecendo.

 

O governo entrou no negócio e entrou fundo, desde os ministros de estado das áreas envolvidas até o próprio Presidente da República, que pessoalmente se manteve informado do desenrolar das gestões feitas para a concretização do acordo. A ideia da nacionalização do projeto começou a ganhar corpo, embora as autoridades do Planalto, em princípio, tivessem evitado a negociação direta para afastar qualquer hipótese de estatização do empreendimento. Jari deveria ser nacionalizado, mas pertencendo à iniciativa privada. Daí a convocação do industrial brasileiro Augusto Trajano de Azevedo Antunes, grande amigo de Ludwig, para uma espécie de missão nacional ‒ intermediar a transação, objetivando fundamentalmente dois pontos: ‒ o interesse nacional de manter vivo um projeto destinado, juntamente com Carajás, a se transformar no polo dinâmico da economia brasileira no próximo século.

 

E a nacionalização do empreendimento, mantendo-o na iniciativa privada através da formação de um consórcio de empresários nacionais que viabilizasse a fórmula de refinanciamento da dívida pelo estado, sem caracterizar mais um caso de estatização de uma empresa particular.

 

A Solução Encontrada

 

O trabalho de Azevedo Antunes, para atingir os objetivos traçados, foi exaustivo e levou quase dois anos. Experimentou marchas e contramarchas, levando-o; por vezes, a pensar em desistir da empreitada. Porém os obstáculos, quase intransponíveis, foram aos poucos sendo superados, tendo sua missão alcançado pleno sucesso ‒ a compra do projeto e a criação da Companhia Jari. Para esse êxito, Antunes contou, entre outras, com a importante ajuda do advogado José Luiz Bulhões Pedreira, contratado por Daniel Ludwig e designado também pelo governo brasileiro como intermediário entre o estado e os empresários nacionais que irão integrar o novo grupo econômico.

 

A Nova Companhia

 

Vinte e duas empresas nacionais, além do Grupo Caemi, pertencente a Azevedo Antunes, resolveram comprar o Projeto Jari e para tanto decidiram pela constituição oficial da Companhia Jari, com investimentos da ordem de 100 milhões de dólares, sendo 40 milhões de dólares do Grupo Caemi e os outros 60 milhões de dólares divididos entre os outros 22 grupos nacionais que integram a nova empresa. Além dos 100 milhões de dólares dos empresários, o Banco do Brasil entrará com 180 milhões de dólares, assumindo parte da dívida contraída por Ludwig para importar a fábrica de celulose do Japão.

 

Esses 280 milhões de dólares, que serão injetados no curso dos próximos três anos, são considerados suficientes para a manutenção da nova empresa até 1985, quando se espera que ela se torne autossuficiente. De acordo com o protocolo firmado com Daniel Ludwig, a Companhia Jari incorporará a Jari Florestal e a Caulim da Amazônia, além de reservas de bauxita refratária. Os outros projetos que compõem o empreendimento global poderão ser, no futuro, também incorporados pela Companhia Jari.

 

A Assinatura do Contrato

 

A cerimônia da formalização da transferência do Projeto Jari a grupos nacionais foi realizada em Brasília, na presença do Presidente da República, João Figueiredo, de diversos ministros de estados e de dirigentes de empresas estatais, além de inúmeros empresários brasileiros. [...]

 

O Presidente do Novo Grupo

 

Para presidir a companhia foi escolhido o empresário carioca Sérgio Quintella, que destacou entre outros fatos a importância do modelo associativo do novo grupo empresarial, até mesmo para o desenvolvi­mento de Carajás, pois ele quebrou o tabu de que os grupos empresariais não se associam. Para Sérgio Quintella o Jari é um bom negócio para todos os que dele fazem parte. Por 350 milhões de cruzeiros, para cada integrante do grupo, é bom negócio participar.

 

Sobre a nova programação do Jari, Quintella esclareceu que ela será objeto de aprofundados estudos, devendo sua elaboração levar de 6 a 12 meses, quando então estará em condições de ser submetido aos acionistas para aprovação.

 

Contudo, concluiu Quintella, é preciso, desde já, desmistificar o Projeto Jari, que por muitos anos foi envolvido em denso mistério. (MANCHETE, N° 1.555)

 



Revista Manchete, n° 2.256



Rio de Janeiro, RJ – Sábado, 01.07.1995



30 Anos Depois
A Odisseia do Jari
[Deborah Berman e João Mário Nunes]



 

E

m 1967, o milionário americano Daniel Ludwig sonhou construir na Amazônia um monumental conjunto de indústrias. Comprou 1,6 milhão de hectares de terras onde o Pará e o Amapá se confundem. Aos 70 anos de idade, tinha pressa. Por isso ele, que nunca foi um jogador, apostou alto nesse lance, o mais excitante de sua carreira. Investiu um bilhão de dólares do seu dinheiro e, audacioso, mandou vir do Japão uma fábrica de celulose, construída e transportada sobre balsas, através de 3 oceanos, numa viagem de 87 dias. Quinze anos mais tarde, desencantado, perdia a aposta e vendia o Projeto. Hoje, às vésperas de tornar-se balzaquiano, o empreendimento continua sendo um desafio. Dessa vez, não de um só homem, mas de um grupo de em­presários e cidadãos brasileiros, que têm depositadas naquele imenso latifúndio as suas esperanças.

 

A Celulose, a Bauxita e o Caulim
Garantem a Economia da Região.

Em Plena Floresta, a Ambição de Abrigar a Maior Indústria de Celulose do Brasil.

 

Na década de 60, Daniel Ludwig imaginou que o “rush” das comunicações aumentaria a demanda de papel no mundo. A profecia estava certa, mas o empresário estava adiantado no tempo. O negócio de celulose prosperou, só que era tarde demais para o milionário que costumava dizer: “Na vida, é preciso ter sorte e um pouco de discernimento”.

 

Na falta do primeiro requisito, em 1982, ele sucumbiu e vendeu o seu projeto mais ambicioso a um “pool” de empresas brasileiras, sob o comando da Caemi, presidida por Trajano de Azevedo Antunes. De lá para cá, o Jari insistiu em contrariar a fama de caveira de burro, e já começa a despontar como um empreendimento rentável. “Podemos ser a maior indústria de celulose do país”, diz o catarinense Lineu Wadousky, diretor florestal.

 

Pesquisa Florestal Para Evitar
os Erros do Passado

 

Há seis anos morando em Monte Dourado ‒ a vila criada por Ludwig e espécie de capital da região ‒ ele gosta do desafio: “O Jari é como um menino de rua. Teve infância, mas pulou direto para a idade adulta. Queimou etapas e, por isso, tem problemas que precisamos enfrentar sem errar muito”. Para não repetir os desacertos dos tempos pioneiros, quando mais de cinco mil hectares derrubados se mostraram impróprios para o plantio, só este ano, a Jari Celulose S.A. destinou US$ 900 mil dólares para projetos na área florestal.

 

Roberto Miranda Pacheco, responsável por este trabalho, atravessa as estradas que cortam as matas cultivadas com o olhar atento do pai que supervisiona o crescimento do filho.

 

Os Sonhos e Esperanças de 70 mil Pessoas Estão Plantados Naquele Pedaço da Amazônia

 

U

m programa de reservas genéticas, em convênio com a Embrapa [Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária], abrange 34.500 hectares de florestas preservadas, onde 10.000 árvores de 630 espécies diferentes já foram catalogadas e marcadas como matrizes de sementes. As plantações de Pinus e Eucaliptos ocupam 78 mil hectares ‒ 5% do total da área de propriedade do Jari. Por ano, cerca de 30 milhões de mudas de árvores comerciais são produzidas para serem transformadas em celulose na fábrica que Ludwig mandou vir do Japão.

 

Neste processo, as toras de Pinus e Eucaliptos são descascadas e picadas até virarem cavacos. Os cavacos são peneirados e vão para uma espécie de panela de pressão, onde recebem vapor e o tempero de produtos químicos. Durante o cozimento, as fibras se separam e daí sai a primeira pasta de celulose. A cada ano, a produção aumenta. Mas, apesar do faturamento, que hoje vai de US$ 180 a US$ 200 milhões anuais, e do bom preço da celulose no mercado, acima de US$ 800,00 a tonelada, a empresa continua fechando a sua contabilidade no vermelho. Os encargos de infraestrutura ‒ da rede escolar à assistência médica ‒, que nunca viram contrapartida do poder público, representam um ônus pesado para a companhia. “Além disso, os custos de produção são altos e a nossa base florestal ainda não está muito boa”, explica Nelson Lubi, diretor industrial da Jari Celulose S.A. Mesmo assim, a empresa está entre as 15 maiores do mundo no setor, e Lubi diz:

 

Nossa expectativa é ter a maior floresta de eucalipto do mundo. Sem querer parecer uma projeção “jarilina”, até 98 queremos ser a melhor.

 

“O Que eu Ganho no Jari
dá Para o Nosso Sustento”

 

Como o Jari, com sua fábrica de celulose e usinas de caulim [Cadam S.A.] e de bauxita refratária [MSL Mineirais S.A.], constitui o principal núcleo econômico da região, se o sonho de Lubi virar realidade, quem sai ganhando são os cerca de 70 mil habitantes daque­la região. Muitos deles ali chegaram ainda no tempo de Ludwig e depositam naquelas terras a sua última esperança de uma vida digna. Há duas décadas, José Maria das Mercês Lopes, o Piquiá, 49 anos, fugiu de uma namorada em Belém e foi para Monte Dourado, onde acreditava existir uma colônia de plantação de pimenta. Foi reprovado no teste para motorista de picape, acabou arranjando emprego na Cadam. Nunca mais saiu: “Deus foi me iluminando. Fui pegando os conhecimentos e agora sou supervisor na fábrica. Tenho três filhas e sete netos nascidos e criados aqui. Como nenhuma das moças casou, mandei capar. O que eu ganho no Jari dá para o nosso sustento. Por isso, não penso em ir embora. Para viver particular­mente está muito difícil”. Piquiá mora do lado paraen­se do rio Jari. Em frente, no Estado do Amapá, fica o Beiradão, oficialmente registrado como Laranjal do Jari. Nascido à revelia de Daniel Ludwig, cerca de 50 mil pessoas ali equilibram suas casas sobre palafitas.

 

O Beiradão já foi Chamado de o
Maior Cabaré do Brasil

 

Sem esgoto e água encanada, o lugar é uma espécie de cidade dormitório da mão-de-obra das empreiteiras que prestam serviços à fábrica de celulose ou às minas de caulim e de bauxita, além de colonos, garimpeiros, comerciantes e prostitutas. Beiradão já foi chamado de “o maior cabaré do Brasil”. [...] (MANCHETE, N° 2.256)

 


Jornal do Brasil, n° 70



Rio de Janeiro, RJ – Segunda-feira, 18.06.2002



Economia
Jari Construirá, em Julho,
Maior Usina da Amazônia



 

Brasília ‒ A Jari Energética, subsidiária do projeto de produção de celulose na floresta amazônica, vai iniciar a construção da maior hidrelétrica particular da Amazônia, até o fim de julho. Com investimento previsto de R$ 100 milhões, a usina vai gerar 100 MW com a vantagem ambiental das turbinas funcionarem a fio d’água, ou seja, aproveitando o fluxo natural do rio Jari, sem a necessidade de um reservatório.

 

Com isso, a hidrelétrica do Projeto Jari será a única da região a não prever a inundação de florestas. O objetivo é resolver a demanda energética das principais empresas consumidoras do Amapá: a Jaú Celulose e a Caulim da Amazônia. Os problemas com o fornecimento de energia na área existem desde que o Projeto Jari foi concebido no fim da década de 60 pelo milionário norte-americano Ludwig, já falecido.

 

Energia Extra ‒ A usina deverá estar pronta no primeiro semestre de 2004. Vai atender prioritariamente as fábricas de celulose e de caulim ‒ usados, respectivamente, na produção de papel e indústria gráfica pronta além da vila residencial da empresa, em Monte Dourado, no norte do Pará. A energia excedente será vendida para a Eletronorte, estatal encarregada da gerar energia na Amazônia.

 

Em fevereiro de 2000, o grupo Orsa comprou a Jari Celulose, que pertencia ao grupo Coará, da área de mineração, Os novos donos já tinham em mente a construção da hidrelétrica da Cachoeira de Santo Antônio, na divisa do Pará com o Amapá. Na verdade, o comprador assumiu dívida de US$ 300 milhões, herdada do grupo Caemi, um seguimento do maior grupo mineral brasileiro montado desde a década de 50 pelo empresário Augusto Trajano Azevedo Antunes, já falecido.

 

Subsídio Oficial ‒ A favor da Caemi, o governo brasileiro patrocinou financiamentos vantajosos para nacionalizar o Projeto Jari, atendendo reivindicações de setores nacionalistas e de esquerda. Era um protesto contra um projeto de megainvestidor estrangeiro. A futura hidrelétrica vai substituir a usina termelétrica de 50 MW trazida do Japão, pelo oceano, até o Amapá, numa megaoperação realizada em 1977. A termelétrica navegou 20 mil quilômetros numa estrutura flutuante. A engenhosa viagem foi concebida para suprir uma das principais deficiências do complexo, agroindustrial de US$ 800 milhões montado por Ludwig em uma área de 1,6 milhão de hectares entre o Pará e o Amapá. (JB, N° 70)

 

Fontes:

 

MANCHETE, N° 1.555. Economia [Allan Caruso] Projeto Jari A Nacionalização Feita por Empresários ‒ Brasil ‒ Rio de Janeiro, RJ ‒ Revista Manchete, n° 1.555, 06.02.1982.

 

MANCHETE, N° 2.256. 30 Anos Depois A Odisseia do Jari [Deborah Berman e João Mário Nunes] ‒ Brasil ‒ Rio de Janeiro, RJ ‒ Revista Manchete, n° 1.555, 01.07.1995.

 

JB, N° 70. Economia – Jari Construirá, em Julho, Maior Usina da Amazônia ‒ Brasil ‒ Rio de Janeiro, RJ ‒ Jornal do Brasil, n° 70, 18.06.2002.

 

Solicito Publicação

 

(*) Hiram Reis e Silva é Canoeiro, Coronel de Engenharia, Analista de Sistemas, Professor, Palestrante, Historiador, Escritor e Colunista;

·      Campeão do II Circuito de Canoagem do Mato Grosso do Sul (1989)

·      Ex-Professor do Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA);

·      Ex-Pesquisador do Departamento de Educação e Cultura do Exército (DECEx);

·      Ex-Presidente do Instituto dos Docentes do Magistério Militar – RS (IDMM – RS);

·      Ex-Membro do 4° Grupamento de Engenharia do Comando Militar do Sul (CMS)

·      Presidente da Sociedade de Amigos da Amazônia Brasileira (SAMBRAS);

·      Membro da Academia de História Militar Terrestre do Brasil – RS (AHIMTB – RS);

·      Membro do Instituto de História e Tradições do Rio Grande do Sul (IHTRGS – RS);

·      Membro da Academia de Letras do Estado de Rondônia (ACLER – RO)

·      Membro da Academia Vilhenense de Letras (AVL – RO);

·      Comendador da Academia Maçônica de Letras do Rio Grande do Sul (AMLERS)

·      Colaborador Emérito da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG).

·      Colaborador Emérito da Liga de Defesa Nacional (LDN).

·      E-mail: [email protected]

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  • Jornadas Amazônicas
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