Porto Velho (RO) quinta-feira, 19 de setembro de 2019
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Gente de Opinião

Carlos Sperança

Uma coluna sem papas na língua 20/10/10


 

 

Uma coluna sem papas na língua 20/10/10 - Gente de OpiniãoUm fio de esperança

 

Para alguns governistas ainda existia um fiozinho de esperança de reverter o resultado do primeiro turno e daí apareceu a última pesquisa Ibope, também projetando larga diferença a favor do candidato da frente de oposições Confúcio Moura e um novo clima de desânimo acabou aparecendo nas hostes situacionistas. Mas a militância governista esta nas ruas, formiguinhas espalhadas para todos os lados.

 

Uma coluna sem papas na língua 20/10/10 - Gente de OpiniãoMuita apelação

 

Sem propostas novas nesta campanha, embora tenham muitas obras para apresentar, Cahulla e cia não estão conseguindo emplacar. Por isso os governistas já estão na base da apelação neste pleito. Tratam até de escalar possíveis secretários impopulares para a próxima gestão oposicionista, visando causar cizânia perante o eleitorado. É muito pouco para quem alardeava vitória em primeiro turno.

 

Uma coluna sem papas na língua 20/10/10 - Gente de OpiniãoDebates repetitivos

 

A cada debate envolvendo candidatos a Presidência da República e ao governo dos estados, o que se vê é repetição. Aqui em Rondônia, por exemplo, os confrontos entre Confúcio Moura (PMDB) e João Cahulla (PPS) já não diferem dos debates anteriores e a tendência é que continuem assim, repetitivos e cada vez com menos audiência, já que paciência tem limite. Novidades, fatos novos, please!

 

Uma coluna sem papas na língua 20/10/10 - Gente de OpiniãoTempos de lama

 

Em vista da larga vantagem obtida pelo candidato da Aliança Confúcio Moura (PMDB) nesta reta final, bateu o desespero nos adversários. È lama na internet, panfletos apócrifos, é missa encomendada, enfim, tudo dirigido para prejudicar o líder nas pesquisas. Mas nada colou, pois em Rondônia esses artifícios são mais do que manjados.

 

Agradecendo eleitores

A senadora Fátima Cleide (PT-RO) através da coluna agradece seu eleitorado e garante que continua firme na campanha, agora apoiando a ex-ministra Dilma Roussef a presidência da República e o ex-prefeito de Ariquemes Confúcio Moura ao governo do estado. Cleide vai abrir novas visitações fortalecendo seus compromissos com o eleitorado.

 

Chiadeira de Maciel

O deputado estadual Euclides Maciel (PSDB-Ji-Paraná) tem toda razão do mundo em reclamar das pesquisas do Instituto Phoenix. As enquetes eram repletas de missas encomendadas chegando a colocar inspetores de quarteirão com mais intenção de votos do que deputados de ponta nas amostras coletadas referente à disputa das cadeiras a Assembléia Legislativa. O pilantra do Juvenil não se emenda mesmo.

 

Uma coluna sem papas na língua 20/10/10 - Gente de OpiniãoPolítica de alianças

 

Quem vê Cahulla e Cassol criticando as alianças celebradas pelo PMDB pode até pensar que a coisa é feita por coerência e coisa e tal. Não tem nada disto: a dupla governista procurou o ex-governador e atual prefeito de Ji-Paraná José Bianco, o ex-senador tucano Expedito Junior e tantas outras lideranças agora criticadas para se aliar, mas ninguém aceitou nem conversar.

 

Uma coluna sem papas na língua 20/10/10 - Gente de OpiniãoEstratégia de campanha

 

Nos últimos dias o governador João Cahulla acampou em Porto Velho. Além das gravações para os programas do TRE destinados as emissoras de rádio e televisão, Cahulla participa dos debates e joga pesado para reduzir a vantagem perante o candidato da coalizão oposicionista na capital, onde as forças aliadas tomaram conta desde o final do primeiro turno.

 

União da bancada

O deputado estadual eleito David Chiquilito (PC do B-Porto Velho) tenta há pelo menos uma semana reunir os aprlamentares eleitos pela capital para tratar da união da bancada. Aos poucos vai entender que o divisionismo político fala mais alto em Porto Velho e que cada um vai puxar pela sua própria sardinha nos próximos quatro anos.

 

Do Cotidiano

     
O envelhecimento da população

 
Muitos países protegem seus idosos, mas este não parece ser o caso do Brasil, mesmo com o envelhecimento da população e a aumento da expectativa de vida. Foi o que pesquisadores paulistas constataram fazendo um estudo sobre a fragilidade em idosos – uma síndrome clínica que se caracteriza por perda de peso involuntária, fadiga, fraqueza, diminuição da velocidade de caminhada e baixa atividade física. Feita na capital paulista, a pesquisa aponta que a fragilidade atinge a população paulistana precocemente em relação aos países desenvolvidos.

Além de estar envelhecendo mais rapidamente, a fragilidade dos iodos brasileiros, depois dos 75 anos, avança com extrema rapidez. Essas informações preocupantes foram obtidas por pesquisadores da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da Universidade de São Paulo (USP) com uma amostra de 689 pessoas com mais de 75 anos.

A síndrome, de acordo com a pesquisa, atingia 14,1% do grupo em 2006. Em 2008, apenas dois anos depois, a prevalência já era de mais de 45%. É um dado extremamente incômodo, apurado logo na mais, mais importante e rica cidade brasileira. O trabalho, ligado ao Projeto Temático “Saúde, bem-estar e envelhecimento”, visa promover um “estudo longitudinal sobre as condições de vida e saúde dos idosos no município de São Paulo”, sob a coordenação do professor Ruy Laurenti, do Departamento de Epidemiologia da FSP.

 Mas há algo a mais que esse estudo também revela. Uma grande ignorância nacional em torno da síndrome da fragilidade. Uma das integrantes da pesquisa, Yeda Duarte, professora da Escola de Enfermagem (EE) da USP, afirma que até agora, no Brasil, a síndrome de fragilidade não havia sido tema de estudos que procurassem correlações entre variáveis partindo de observações ao longo de um extenso período de tempo.

“A questão da fragilidade tem sido bastante trabalhada em outros países, mas no Brasil estamos apenas começando. No exterior, a prevalência da fragilidade varia entre 7% e 35%, dependendo do país e do desenho do estudo. Nossa pesquisa mostra uma porcentagem bem maior aos 75 anos, o que indica que nossos idosos estão se fragilizando mais cedo”, disse.

 

Via Direta

 

*** Percorri os bairros da capital no final de semana e constatei várias frentes de obras nos bairros, a maioria de pavimentação *** Com a chegada das chuvas seria recomendável agilizar também o asfaltamento da Avenida Farquhar ligando a região do Centro Cívico ao Bairro Nacional *** Se as chuvas aumentarem, todo trabalho de base poderá ser perdido pela Secretaria de Obras, como nos anos anteriores.
 

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Fonte: Carlos Sperança - csperanca@enter-net.com.br
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