Sábado, 10 de novembro de 2012 - 18h09
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Orçamento 2013
A proposta orçamentária do governo estadual 2013 entra em cena na próxima semana para análise e logo em seguida pode subir a plenário para votação. O jogo de interesses é grande e o cobertor é curto. Geralmente a previsão de gastos do Executivo é motivo de muita polêmica.
Uma trégua
Ainda falando em termos de Assembléia Legislativa, nos bastidores fala-se de um acordão entre os grupos rivais. O pacto define que nem a oposição conspira contra o mandato de Confúcio/Airton, tampouco os governistas afiam o punhal contra José Hermínio no comando da Casa. Dura até quando?
Bancada federal
Já, na bancada federal de Rondônia, a palavra de ordem é acertar as prioridades do estado para o Orçamento da União do ano que vem. O governador Confúcio Moura pediu reforços financeiros provenientes das emendas parlamentares de deputados e senadores.
Batata assada!
Constato uma verdadeira paralisia em muitas prefeituras rondonienses. Os prefeitos, neste final de mandato encontram sérias dificuldades para manter as demandas sociais e de ajustar as contas. A batata de muita gente está assando e a Lei de Responsabilidade Fiscal assusta nossos alcaides.
Um apagão
Por falar em prefeituras, a maioria esta sofrendo um verdadeiro apagão pela falta de engenheiros. Sem esses profissionais, as gestões não conseguem tocar adiante projetos de emendas parlamentares dos deputados estaduais, federais e senadores e a perda de recursos tem sido enorme até em pólos regionais importantes.
Um penico
Rondônia tem se transformado nos últimos anos em penico para as tensões sociais de SP, RJ e outros estados. O triste é constatar que a classe política não se posiciona e os abusos se seguem, como este que foi a transferência do pilantra máximo do PCC para a penitenciária de Porto Velho, o tal de Piauí.
A presidência
Os vereadores – os reeleitos e os novatos – começaram as tratativas para a eleição da nova mesa diretora da Câmara Municipal de Porto Velho, que vai acontecer em meados de 2012. Façam suas apostas: já tem meia dúzia disputando a presidência a dentadas...
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Na floresta
Em caderno especial, a Folha de São Paulo destacou reportagem durante a semana sobre o casal formado pelo cacique Almir Suruí e sua esposa, a antropóloga Ivaneide Cardozo. O casal, conforme a publicação se uniu para combater o desmatamento em Rondônia.
Nossa história
A partir da próxima semana estréia a coluna “Política na História” substituindo este espaço no final de semana. Nos demais dias, o caro leitor terá a coluna corriqueira. O enfoque será em torno da nossa história política, o nosso rico folclore político com charges, etc, etc.
Do Cotidiano
A crise na indústria
Neste final de 2012 ficou evidenciada com muita clareza a internalização da crise mundial. O segmento que mais sentiu a pressão foi o setor industrial. De modo geral, porém, essa percepção vai sendo sentida em todas as áreas a economia.
Uma das consequências mais óbvias de qualquer crise é o fechamento de empresas e o Brasil também não está fugindo a essa realidade. As empresas brasileiras têm um histórico de curta duração mesmo fora dos tempos de crises e os jovens que ingressam no mercado de trabalho precisam de empregos. É fundamental, portanto, descobrir as causas da excessiva mortalidade das empresas brasileiras.
O economista Otto Nogami, consultor empresarial, fez um estudo aprofundado para investigar as causas que levam os empresários a fechar seus estabelecimentos, chegando a um rol de sete “flechadas” mortais responsáveis pelo aniquilamento de seus negócios.
Ninguém aprecia avaliar dados negativos ou sequer imaginar que sua empresa venha um dia a enfrentar dificuldades, mas é altamente recomendável conhecer as causas do fracasso das empresas que fecharam recentemente.
Em primeiro lugar a pesquisa identificou como o balaço mais mortífero o baixo faturamento, responsável por 39% dos casos. Em segundo lugar, a baixa produtividade. Depois, gastos excessivos, brigas entre funcionários, mão de obra insuficiente, incapacidade de atrair clientes e conflitos com fornecedores.
Uma leitura superficial desses dados aponta que nenhuma empresa está completamente livre de todos esses problemas. Segundo Nogami, “trata-se de um risco que atinge empresas de todos os portes, de todos os setores e de todas as nacionalidades”.
A principal lição a ser aprendida é que as causas do fracasso nem sempre vêm de fora. Mesmo quando vêm, são facilitadas por erros internos. As empresas sofrem baixo faturamento, baixa produtividade e gastos excessivos, na maioria das vezes, por decisões equivocadas tomadas pelos próprios gestores.
A falha humana, portanto, é o gatilho que faz acionar os elementos causadores da frustração. O plano de marketing pode ser perfeito, a estratégia de vendas pode ser um primor, mas tudo pode ir água abaixo se não houver alguém capaz de promover uma correta implementação.
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