Quinta-feira, 13 de junho de 2019 - 12h05

Nunca tanta informação circulou
como na atualidade – e com o avanço da inclusão digital maior será o acesso aos
fatos. No entanto, em meio a essa carga inédita de informações circulam
toneladas de desinformação, agravada pela polarização braqsileira.
A prática insana das fake news vem
prejudicando a Amazônia há séculos. O próprio nome da região vem de uma notícia
fantástica que alcançou a Europa e jamais pôde ser comprovada: a lenda grega
das amazonas transformada em atração sul-americana quando invasores espanhóis
atacados por índios de longos cabelos os confundiram com mulheres guerreiras.
Uma lenda atual reza que o agronegócio
brasileiro é o grande responsável pela destruição da floresta, mas como a
verdade liberta, ela também pode informar com qualidade. A preservação
florestal é vital para o agronegócio porque “parte da água usada pela
agricultura tecnificada que se faz em SP e no PR vem das chuvas que têm origem
na Amazônia”.
O caminho a trilhar já está bem
claro: é conciliar a preservação com o melhor aproveitamento dos recursos
naturais em benefício dos povos amazônicos e da economia nacional. O nome disso
é sustentabilidade.
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A imigração
Com a recuperação economica dos
Estados Unidos, uma nova corrida imigratória atinge aquele País. O desembarque
de imigrantes de mais de 30 paises usando o México como corredor aumentou em
500 por cento e o Brasil esta na lista dos principais “exportadores” deste
contigente em busca de novas oportunidades. A situação tem revoltado o truculento
presidente Donald Trump.
A desilusão
Com o desemprego batendo forte em
Rondônia, o estado funciona como uma “Ceasa” da imigração para o EUA. Venezuelanos
e africanos passam por aqui e desiludidos com opções de postos de trabalho
tratam de caçar rumo para os Estados Unidos juntamente com brasileiros. O
México, sob ameaça de retaliações estadunidenses já pede o auxilio do Brasil
para conter a imigração.
Como as nuvens
A política muda de forma e
tamanho, como as nuvens, já falavam sapientes políticos mineiros e paulistas em
décadas passadas. Foi o que se viu na Assembléia Legislativa, onde muitos
deputados que queriam a pele do governador Marcos Rocha (PSL) para fazer
tamborim – até impeachment tramavam - e agora muitos se mostram dóceis como
afaveis gatinhos ronronando.
Até ricaços!
A Ceron, agora controlada pelo Grupo Energisa, segue a sua saga na busca aos caloteiros,
aplicando multas e cobrando atrasados em Porto Velho. Terá muito trabalho pela
frente, pois por aqui existem ligações clandestinas desde humildes residências
a mansões, do pobre ao nobre! Uma estimativa recente dava conta de mais de 30
mil ligações “gatos” na capital,
inclusive de ricaços.
Coisa dos políticos
Já foram quatro pedidos de
impeachment contra o prefeito de Porto Velho Hildon Chaves rejeitados e em
alguns casos até desmoralizados, pois a intenção invariavelmente era de chantagear
e fazer uns “vales” no alcaide com negociatas das mais diversas. Em alguns
casos, os políticos pedem impeachment na segunda e na terça correm para vender
o voto.
Via Direta
*** Na reta final, a construção do
Plano Diretor de Porto Velho segue com oficinas tendo a revisão final uma
audiencia pública no próximo dia 27 na Assembléia Legislativa *** O ex-deputado estadual Ribamar Araujo
acelera a campanha a prefeito em Candeias que terá eleição no próximo dia 7 de
julho *** Com o verão diminuiram as pedradas no prefeito Hildon Chaves
(PSDB) em vista de tantas frentes de trabalho em andamento *** Otimista, o PT prevê uma boa recuperação nas urnas na capital
elegenmdo pelo menos tres vereadores.
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