Sábado, 27 de junho de 2015 - 23h01
Confrontos sangrentos
A ameaça de confrontos sangrentos pela terra, na região de Machadinho do Oeste, e o despejo dos invasores do núcleo Dilma Rousseff, nos arredores de Porto Velho, marcaram o final de semana em Rondônia.
Lamentavelmente o programa Terra Legal não tem avançado nos últimos anos e o problema da falta de titulação das propriedades dos colonos acende a cobiça dos sem terra profissionais que usam os verdadeiros necessitados como massa de manobra, e ainda mantidos com marmitex do governo petista. O problema atinge outras regiões produtivas, como em Jacynopolis e União Bandeirantes.
A justiça é lenta e colonos e sem terra podem acabar resolvendo as pendengas a balas.
Em Porto Velho, a falta de confiança da comunidade Dilma Rousseff nas autoridades na busca de solução de um impasse acabou ocasionando conflitos entre revoltosos e a Policia Militar. O problema continua, já que muitas casas ainda serão demolidas para aquela área para dar lugar à estação de tratamento de esgoto da Zona Sul.
Os loucos do Legislativo
Um confronto em plenário, na Câmara dos Vereadores de Porto Velho, entre o emergente vereador Everaldo Fogaça (PTB), posando de opositor a gestão do prefeito Mauro Nazif e criticando os valores dos recentes dos shows patrocinados pela municipalidade e a defesa dos árabes articuladas pelo líder da gestão atual, vereador Jair Montes (PT do B), teve grande repercussão durante a semana. O ríspido entrevero foi alvo de charge do talentoso Toni Francis, aqui no Diário e de um bate-rebate entre ambos no jornal da Rede TV, nos moldes do pinga-fogo da Globo.
O ápice do debate foi quando Jair Montes sugeriu que o adversário tinha enlouquecido e que tinha esquecido de tomar gardenal, aquele remédio controlado para doidos de pedra. Irado, Fogaça respondeu a altura: que o gardenal que tomava “era anti-corruptos”. Aliados de Montes garantem que ele marcou na testa de Fogaça que ele é um doidão mesmo, amigos de Fogaça falam que foi dada uma resposta na bucha do antagonista. E durma-se com todo este barulho, como dizia Paulão Queiroz.
A tragédia do escalpelamento
A renovação e modernização da frota de embarcações na região amazônica se constituem na maior esperança das mulheres ribeirinhas em reduzir o elevado índice de escalpelamento nos rios do Pará, Amazonas e Amapá, onde as estradas são substituídas por rios como meio de transportes de mercadorias, lazer, acesso as escolas, etc. A região conta com um milhão de embarcações.
A maior parte dos barcos nem é registrada nas capitanias e tampouco neles é utilizado o motor naval. Com isto, temos a construção de barcos e canoas de forma artesanal e com adaptações de motor estacionário improvisado para o uso na navegação fluvial, deixando o volante e o eixo de propulsão da hélice muito expostos. Daí para os acidentes de escalpelamentos – ainda mais com a tradição das mulheres e meninas amazônicas usarem cabelos compridos - é um pulo.
Diante de tantos casos nos últimos anos, os governos estaduais começam campanhas de prevenção, a começar pela cobertura dos volantes e eixos de propulsão. Uma medida simples, que reduzirá em muito a incidência.
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