Quarta-feira, 20 de março de 2013 - 18h01
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A confirmação
Com a confirmação do governador Confúcio Moura perante toda militância do PMDB e lideranças aliadas, de que é candidato a reeleição no ano que vem, a corrida sucessória se precipitou de uma vez. Era o que o PMDB e o que os partidos da sua base de sustentação também exigiam: uma posição desde já.
Fazendo as contas
Nas contas situacionistas, o governador Confúcio Moura começa a reagir com base nas alianças costuradas que garantem o apoio de uma dúzia de legendas. Esta se formando uma aliança tríplice (Ariquemes/Porto Velho/Ji-Paraná) na chapa a governador, vice e ao Senado.
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Contas da oposição
A oposição também se diz satisfeita com Moura disputando a reeleição porque vê um governo sangrando. As contas dos candidatos oposicionistas são simples: uma eleição em dois turnos e quem alçar o segundo com o governador levará a melhor, sem grandes dificuldades.

Minhas contas
O governador pegaria, hoje, o segundo turno com certa facilidade, mas levaria pau, com certeza, quase parelho no segundo turno, na maioria das regiões. Seu desafio, agora, é melhorar a situação principalmente em Porto Velho, Guajará e Cone Sul. No restante, ele terá a base de Acir Gurgacz (PDT) e do casal Raupp para se garantir.
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Quadro atual
No quadro atual, os dois grandes nomes da oposição são o ex-governador Ivo Cassol, que enfrenta problemas com a justiça eleitoral, mas sairá candidato - nem que seja com liminar -, e o atual presidente da Assembléia Legislativa Hermínio Coelho. Tem ainda Alex Testoni, prefeito de Ouro Preto.

A expectativa
É enorme a expectativa nos meios da mídia nacional sobre a prisão do deputado federal Natan Donadon (PMDB-RO) um dos mais longevos fichas sujas do Brasil. Como ele tem um melhores advogados do país, Nabor Bulhões, tem procrastinado sua cassação e prisão por quase duas décadas.
Saúde, Eliânio!
Aqui na redação do Diário a torcida é grande para a recuperação do jornalista Eliânio Nascimento, ex-foca deste rotativo ao meio dos anos 90, e fundador do Rondoniaagora com outro ex-foca daqui, o Gerson Costa. As últimas notícias davam conta que o colega estava em recuperação na UTI do Hospital de Base
Amado e odiado
Amado e odiado em Porto Velho, o ex-prefeito Roberto Sobrinho (PT), que chegou ao fundo do poço, como bode de bicheira na política começa a se recuperar, apoiado pelo eleitorado da periferia. Já pode ser considerado um forte candidato à Câmara dos Deputados em 2014.
A interiorização
Depois de promover sessão itinerante em Guajará Mirim, a Assembléia Legislativa realizou ontem, audiência pública em Ji-Paraná, na região central do estado, para onde se deslocou a maioria dos parlamentares. A próxima cidade a receber a caravana legislativa será Buritis, no Vale do Jamari, em abril.
Do Cotidiano
Políticas robustas
O analfabetismo total no Brasil decresce lentamente, e talvez em razão do falecimento dos idosos analfabetos, mas estima-se que o analfabetismo funcional alcance três quartos da população. Diante dessa realidade, o coordenador-geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara, defendeu a adoção de políticas robustas para superar o analfabetismo no Brasil, onde eles são estimados em 13 milhões completamente incapazes de ler e escrever.
“Superar o analfabetismo é questão urgente e complexa, por isso exige políticas robustas e capazes de fazer sentido para os cidadãos que não conseguiram se alfabetizar”, analisa Cara. Hoje, 10% da população acima de 25 anos tem apenas o ensino fundamental completo. Um quarto da população tem o ensino médio completo e apenas 11,5% concluíram o ensino superior.
Para a Campanha Nacional pelo Direito à Educação esses números demonstram o atraso educacional do País. O dramático desse dado é que boa parte da população brasileira acima de 25 anos é composta por cidadãos que não tiveram respeitado seu direito à educação, pois 31,5% não completaram nem o ensino fundamental.
O analfabetismo funcional corre quando as pessoas até chegam a ser treinadas para desenhar o nome, conhecer o dinheiro e abrir contas em banco, mas não conseguem compreender textos simples. Seu alcance é tão grande no País que já está comprometendo a formação de mão-de-obra, que começa a ser importada, como trabalhadores braçais haitianos para a construção civil, costureiras bolivianas para a indústria de confecções, técnicos médios de várias, engenheiros e cientistas.
Segundo o professor Paulo Botelho, consultor de empresas para Programas de Engenharia da Qualidade “o analfabetismo funcional constitui um problema silencioso e perverso que afeta as empresas”. Não se trata de pessoas que nunca foram à escola, afirma. Elas sabem ler, escrever e contar; chegam a ocupar cargos administrativos, mas não conseguem compreender a palavra escrita.
Calcula-se que, no Brasil, os analfabetos funcionais somem 70% da população economicamente ativa, com a possibilidade de abarcar 75% da população total acima dos 7 anos.
Via Direta
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