Quinta-feira, 28 de setembro de 2017 - 21h06
A eleição e o crime
O rondoniense vai às urnas em outubro do ano que vem para renovar os quadros da Assembléia Legislativa (temos 24 deputados), oito cadeiras a Câmara Federal correspondentes ao nosso estado, votará para a eleição de dois senadores, presidente da República e vice. Somos mais de 1.000.000 de eleitores e a capital tem quase um terço do eleitorado do
estado e com isto terá participação decisiva no pleito já que chegará em 2018 a quase 350 mil eleitores, o que representa todos os eleitores de Ji-Paraná, Ariquemes, Cacoal, Vilhena e Rolim de Moura juntos.
Por tudo que tem o corrido neste País é esperada uma renovação de quase 70 por cento dos parlamentares das Assembléias Legislativas e na Câmara dos Deputados. A política se tornou um balcão de negócios e os políticos vendem até a mãe para se reelegerem.
No caso de Rondônia, onde foi constatado em pleitos anteriores a deputado estadual e a vereador a presença do crime organizado buscando a eleição de representantes para negociar favores perante as esferas municipais, estaduais e federais, todo cuidado é pouco. Novamente a máfia local entra em ação e já tem vários apaniguados escolhidos para o pleito de outubro do ano que vem.
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Um ano de emoções para o co-irmão Alto Madeira. A marca de 100 anos de história, o falecimento do combativo diretor Luis Tourinho, o anuncio do encerramento de atividades para o dia 1º de outubro, e na quinta-feira o falecimento do jornalista João Tavares, um decano da imprensa rondoniense, com uma trajetória de honradez e credibilidade. Em nome do Diário, nossos sentimentos a direção e corpo de funcionários.
Só em março
O ex-senador Ernandes
Amorim, o caudilho da roça, atualmente exercendo o cargo de vereador em Ariquemes disse ontem ao Diário que só vai se definir sobre alianças em março do ano que vem. Ele tem sido cogitado para disputar o governo de Rondônia, o Senado ou uma cadeira á Câmara dos Deputados. A última alternativa é a mais provável. Vai brigar com Tziu que também vai pleitear uma cadeira de deputado federal.
Próprio umbigo
A classe política
provou mais uma vez que só pensa no próprio umbigo. O Congresso Nacional, mesmo sob protestos de senadores – Acir Gurgacz foi um deles – aprovou recursos na ordem de R$ 1,7 bilhão para o fundo partidário, mesmo tendo ciência da situação do país, que penalizado por uma forte crise, com a saúde um caos, onde a segurança pública entrou em colapso. É lamentável.
Com padrinhos
A
lguns candidatos vão à luta em 2018 dependendo de padrinhos para se elegem aos cargos eletivos ou para se afirmarem em carreiras solos sem a dependência destes apoiamentos. O deputado Mosquini depende de Alex Testoni; o depuado Luiz Claudio de Ivo Cassol; Garçon, da Igreja Universal, Expedito Neto, do pai Expedito Junior. E tem Ezequiel Junior, a criatura, rebelado contra o criador, Neodi Carlos.
Nomes aos bois
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O prefeito Hildon Chaves (PSDB) precisa dar o nome aos bois as administrações e as empreiteiras que deram prejuízos em torno de R$ 150 milhões no programa de habitação popular. É hábito em Rondônia as empreiteiras receberem adiantamentos pelas obras e sumirem do mapa. Tanto a fiscalização da prefeitura como da Caixa tem sido cúmplices destes esquemas com políticos ordinários e empreiteiros facínoras. As propinas rolam soltas...
Via Direta
*** Como os
políticos são cara de pau. Tem um deputado federal cumprindo pena no cadeião, mas liberado de dia para cumprir o mandato no Congresso *** Também temos um senador condenado em ultima instância e prestes a usar tornozeleira eletrônica, mas de asas crescidas se dizendo candidato ao governo *** Com a cláusula de barreiras aprovada no Congresso a tendência é reduzir pela metade as siglas de aluguel a partir de 2010. Viva!
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