Sexta-feira, 16 de janeiro de 2015 - 06h23

Histórico de surpresas
Nos meios políticos, o tema dominante a partir de agora é a eleição do novo presidente da Assembléia Legislativa dia 1º de fevereiro na reabertura dos trabalhos da nova legislatura. As indagações se multiplicam. Será que Maurão de Carvalho esta garantido? E Adelino Follador, por trás dos panos, esta montando sua chapa? E o governador Confúcio Moura aceitará a chapa de Maurão com Hermínio de 2º Vice presidente?
As duvidas, os pontos de interrogação ainda são muitos sobre a escolha que esta se afunilando. Os caciques estão se reunindo desde ontem para
buscar um acordo em torno de uma chapa única.
Enfim, pelo histórico de surpresas, teremos suspense até o fim. Lembram do caso Silvernani Santos, favorito, aliado do governador José Bianco? Natanael Silva virou o jogo e faturou a parada. O histórico de viradas, na verdade vem desde 1986, quando Amizael Silva (PDS) bateu o favorito Amir Lando (PMDB) por um voto em cima da hora. A virada ocorreu no dia da eleição.
O caso mais recente foi de Valter Araujo que deu uma volta no governador Confúcio Moura, O governo tinha maioria, a bola, a torcida, o juiz e os bandeirinhas na mão e num baita vacilo acabou a oposição levar a melhor.
Pneus e entulhos
As soluções dos moradores para ruas e avenidas interditadas por buraqueiras ou por deslizamentos tem sido feitas através de manifestações pesadas com paralisação das vias com entulhos e queima de pneus. Foi assim na Estrada dos Japoneses e mais recentemente na estrada do Belmont. É que por bem as autoridades pouco se “sensibilizam”.
Jogo de empurra
A prefeitura de Porto Velho e o governo do estado precisam trabalhar em parceria ao invés de fazer o jogo de empurra como tem ocorrido na capital. Unidos seria possível retomar obras paralisadas, levar a frente da construção do novo terminal rodoviário, entre outras obras que se transformaram em clamor público da população. No mínimo é preciso falar a mesma língua.
Pacote de medidas
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Já no batente depois de duas semanas de recesso, o governador Confúcio Moura pensa em tocar um pacote de medidas para melhorar a segurança pública no estado, um tanto abalada nos primeiros dias do ano. Equipar e aparelhar os organismos das polícias civil e militar principalmente nas regiões de Porto Velho, Ariquemes e Vale do Jamari, as mais afetadas.
A dragagem
Prometida reiteradas vezes nos últimos dois anos a dragagem do Rio Madeira acabou não acontecendo. Ora, se nem isto foi cumprido, como acreditar nas autoridades rondonienses que falam numa barreira de contenção no madeirão de 20 quilômetros a partir da Usina de Santo Antonio? Confúcio e Nazif têm falado nisto nas suas entrevistas, mas se depender de recursos da União podem tirar o cavalinho da chuva.
Contingenciamento
O governo federal está segurando despesas e obras importantes para Rondônia estão sendo suspensas, como a Ferrovia Transcontinental e a coisa deve ir para o mesmo caminho com a ponte binacional em Guajará Mirim que também ficou só na promessa e nem começou. É possível acreditar apenas na ponte do Abunã com as obras iniciadas e com as bancadas do Acre e Rondônia unidas pela causa.
Via Direta
***Considerados municípios bem estruturados, Rolim de Moura e Vilhena só agora pagaram agora os vencimentos de dezembro do funcionalismo *** A crise pegou em cheio o municipalismo rondoniense *** Alguns alcaides que buscavam projeção para jornadas políticas futuras, como Cesar Cassol na Zona da Mata acabaram se queimando.
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