Sábado, 24 de março de 2012 - 19h12
Por Carlos Sperança
O ex-senador Expedito Junior (PSDB), respondendo nota veiculada recentemente na coluna negou falta de transparência em seus negócios de vigilância – afinal todas as licitações são transparentes feitas por pregão eletrônico no governo atual – e ao mesmo tempo refutou a fama que tem de apunhalar ex-governadores algo tão usado contra ele nas campanhas eleitorais.
Na questão das “traições” tão batida pelos adversários, a bem da verdade, em alguns casos foi ele o traído, como no rompimento político ocorrido com Ivo Cassol, quando Expedito era a chamada bola da vez, para governar Rondônia e foi preterido por João Cahulla.
No desabafo, Expedito lembra – e é verdade – que a candidatura de Ivo Cassol ao governo nasceu nos porões do Palácio Presidente Vargas ao final da gestão Bianco, articulada pelo seu irmão Arnaldo – e o feitiço virou contra o feiticeiro na época – e com isso também fica bem explicado, que o rolimorense também não traiu Bianco. Enfim, da mesma forma que os adversários criticaram o ex-senador, segue na íntegra, seu direito de resposta:
Expedito Gonçalves Ferreira Junior - 24/03/2012
Caro Carlos Esperança, como leitor assíduo da sua coluna e admirador do jornalista perspicaz, bem informado e julgo eu, independente, causou-me assombro a nota do dia 23/03 na qual sou acusado de traição e ainda de ter recebido benesses do atual Governo. Em primeiro lugar, os Contratos para contratação de serviços de vigilância sao feitos através de pregão eletrônico aberto inclusive para o todo o Brasil. Em segundo lugar, participei da campanha do Govenador Confucio Moura no segundo turno, por acreditar que era a melhor opção para governar o Estado de Rondônia, não havendo nenhum acordo para parcerias futuras, ate porque como e sabido de todos, presido e faço parte de outro grupo político. Quanto as outras acusações, vamos aos fatos: Com Angelim, apoiei Jerónimo Santana, que era a época seu candidato. Quanto a Jerónimo apoiei Orestes Muniz que também era seu candidato "oficial" e ate hoje e meu dileto amigo. Quanto a Piana, apoiei Chiquilito Erse que era seu canditato, inclusive tendo vc como testemunha, ate porque o prezado jornalista era um dos assessores de imprensa a época, e reforço ainda, que ate hoje rndesfruto da amizade de Osvaldo Piana. Quanto a Bianco, muitos não desconhecem que a candidatura Cassol nasceu no gabinete de Arnaldo Bianco, e mantenho, também com ele, Bianco, relação de cordialidade e amizade. Com Raupp seguimos rumos distintos na política, não havendo nenhum sentimento de desapreco, pelo menos de minha parte. E para finalizar, " Cassol" , quem traiu quem...? pergunte a qualquer um que ja bebeu água do Madeira. Quanto as vozes roucas dos adversários políticos que sopraram no seu ouvido, peca a ele que se de por satisfeito de ocupar a vaga de mim usurpada no Senado e reforce ainda, que por ele nao nutro nenhum sentimento, a não ser o da indiferença.
Expedito Junior
Presidente Regional do PSDB/RO
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