Quinta-feira, 5 de junho de 2014 - 18h22
A espada na garganta
Mesmo as mulheres constituindo maioria no eleitorado rondoniense, os partidos políticos nos últimos pleitos não tem cumprido a cota de 30 por cento de candidaturas femininas nas nominatas proporcionais e majoritárias. Não é por falta de empenho dos dirigentes. Ocorre que as mulheres estão cada vez mais retraídas com a política, já que a classe entrou no descrédito e é merecedora da repulsa pública com tantos escândalos e roubalheira.
Para o pleito deste ano, os partidos estão com a espada na garganta para cumprir as exigências das cotas das mulheres. A Procuradoria Regional Eleitoral acaba de enviar aos diretórios municipais e estaduais a recomendação para que cumpram a cota mínima para as eleições gerais. Também foi recomendado que os partidos aplicassem o limite mínimo de 5 por cento dos recursos do fundo partidário na promoção de candidaturas de mulheres e a reserva de 10 por cento do tempo da propaganda partidária para as afiliadas.
Consultei vários dirigentes a respeito das exigências da justiça eleitoral e alguns se manifestaram preocupados com o cumprimento das exigências. Alguns deles só se deram conta agora desta situação, na véspera do inicio das convenções.
Um enigma!
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Proponho ao caro leitor cara-pálida um enigma, que precisa ser desvendado com urgência. Nos últimos dois anos empresários e fazendeiros tem sido executados a balas, deixando um rastro de sangue no Vale do Jamari. Sabendo-se que as máfias de diamantes rolam na Região do Café, de Cocaína em Porto Velho e Guajará Mirim, que espécie de máfia estaria disputando território na Grande Ariquemes?
Uma ameaça

Existe uma ameaça de debandada no “Frentão”. Alguns partidos começam a se retrair nas reuniões e o próprio PSDC que indicaria o vice do tucano Expedito Júnior, esta refazendo as suas contas para as eleições de outubro, diante da tentadora proposta do senador Ivo Cassol (PP) de uma composição com Neodi como candidato ao governo, e o cacique do PP indicando o postulante a vice e candidato ao Senado.
A definição
A coalizão cassolista que ainda não definiu seu pré-candidato ao governo, pelo menos apresenta definição ao Senado. O nome ungido é o do deputado federal Carlos Magno (PP-Ouro Preto do Oeste) que esta convalescendo de uma operação cirúrgica. Magno já abriu contatos com prefeitos, deputados estaduais e federais em busca de apoio a sua candidatura.
Todos os lados
O PSB de Mauro Nazif, como vários outros partidos, está atirando para todos os lados. De um lado busca acordo com o PMDB para indicar o vice de Confúcio Moura, de outro abriu conversações com o grupo político do senador Ivo Cassol visando alternativa de composições e numa terceira vertente ameaça lançar candidatura própria ao governo. Arre!
Disputa interna
No PSB também existe uma renhida luta interna pela indicação de vice na chapa do governador Confúcio Moura. De um lado, com apoio do prefeito Mauro Nazif e seu grupo político, o nome é de Mário Medeiros, ex-secretário de administração. De outro, articula-se para a mesma indicação, o ex-secretário de estado Julio Olívar, que conta com a simpatia do Palácio Presidente Vargas.
Via Direta
*** A ALE-RO que anuncia novo plano de carreira em outubro reajustou em 6 por cento os salários dos seus servidores a partir de julho *** Os partidos nanicos não se entendem sobre o lançamento de uma candidatura única ao governo do estado em Rondônia *** O Congresso Nacional esta mudando a nomenclatura de Agente Penitenciário para Policial de Custódia.
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