Quarta-feira, 23 de maio de 2012 - 06h01
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Na pizzaria
Nenhuma surpresa, né? A rigor, punição com cassação, solicitada pelo relator Edson Martins na ALE-RO, só mesmo para Valter Araújo, que já estava foragido. Este quadro já estava desenhado desde o dia em que os demais envolvidos - de tão certos da impunidade – tinham dispensado as testemunhas na Comissão Processante. Mais investigações
Além de projetar punições para inglês ver para os envolvidos no escândalo da saúde, o Parlamento Estadual resolveu também investigar os envolvidos na Operação Termópilas oriundos do Poder Executivo. É justo E quem sabe não saia alguma puniçãozinha, ao menos? |
Fogo amigo
Nos bastidores o prefeito de Porto Velho Roberto Sobrinho se queixa que seus principais adversários estão dentro do PT e ao longo da sua administração tem sofrido um verdadeiro inferno com o chamado fogo amigo. Esta longe dos petistas se entenderem para as eleições de outubro.
Dias de glória
Por falar no alcaide, ele espera reviver dias de glória com a conclusão dos dois viadutos, a recuperação da Zona Leste, a entrega do Terminal Fluvial de Passageiros e a inauguração de dois Upas (unidades hospitalares) até as eleições. Quer mostrar tudo isto nas fuças dos adversários.
Cadê o chapéu?
Antigamente Ivo Cassol (PP) não tirava seu chapéu nem nas solenidades oficiais, missas ou enterros. Nas últimas semanas já se observa um certo desapego do ex-governador ao seu símbolo político. Enquanto isso, Confúcio Moura tem aderido ao boné, a mesma marca do prefeito de Ouro Preto Alex Testoni.
As articulações
O ex-deputado federal e ex-vice governador Aparício Carvalho assumiu pessoalmente as articulações para o lançamento da candidatura da sua filha, a vereadora Mariana Carvalho a prefeitura de Porto Velho. A tucaninha é de bico afiado e o PSDB, mesmo sem lideranças de ponta, é um partido forte na capital e no estado.
Coisa de louco!
Sem pelo menos cumprir a promessa e o anuncio feito há dois anos da construção de 8 creches para Porto Velho, o Palácio do Planalto já acostumado a sapecar nas promessas em anos eleitorais anunciou desta vez mais 14. É coisa do chamado “Brasil Carinhoso”.
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Eternos conflitos
Por já não acreditar mais no governo brasileiro, os índios Paiter Surui de Rondônia estão pedindo apoio das comunidades internacionais contra grileiros, madeireiros e fazendeiros que estão invadindo suas terras e ameaçando seus caciques. A coisa vem de longe...
Pulando cirandinha
Em lado oposto com os sindicatos que brigam por melhores salários, pelo menos na questão da Transposição, o governo do estado estará brigando junto a partir de agora liberando os servidores até para protestos Tem tudo a ver: com arrecadação em queda e sem Transposição, o governo esta frito.
Do Cotidiano
Ações urgentes
Os três problemas que mais preocupam no momento são questões de honra para a humanidade. Um, a grave crise econômico-financeira que assola o planeta. Outro, a rápida degradação ambiental, agravada pelo drama climático. Por fim, os prejuízos sociais causados pelos problemas anteriores, como o elevado custo dos alimentos e de remédios para doenças físicas e mentais, às quais se somam as guerras e a intolerância racial e/ou religiosa.
São problemas que afetam a todos e dos quais a humanidade sairá vencedora ou derrotada, vendo a civilização ruir e os povos se arruinando.
Ciente dessa imensa responsabilidade, um grupo de especialistas mundiais em meio ambiente publicou um documento reunindo um conjunto de recomendações para os líderes governamentais sobre ações necessárias e urgentes para compatibilizar desenvolvimento econômico com a sustentabilidade ambiental e social do planeta.
“Desafios ambientais e desenvolvimento: o imperativo para agir” sintetiza as advertências de vinte cientistas laureados com o Prêmio Blue Planet. Concedido pela fundação japonesa Asahi Glass Foundation desde 1992, quando se realizou no Rio de Janeiro a ECO-92, o prêmio é considerado o “Nobel do Meio Ambiente”. Muito justo, na medida em que a Fundação Nobel não premia a pesquisa ambiental.
Dentre os ganhadores do prêmio está Gro Harlem Brundtland, diplomata que presidiu no início da década de 1980, quando era primeira-ministra da Noruega, a Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento criada pela ONU e coordenou a elaboração do documento “Nosso futuro comum” (1987), popularizando a expressão “desenvolvimento sustentável”, hoje de uso corrente.
Algumas das recomendações dos cientistas no documento são eliminar os subsídios em setores como os de energia, transporte e agricultura, que, na opinião dos autores, criam custos ambientais e sociais, e substituir o Produto Interno Bruto (PIB) como medida de riqueza dos países.
Na avaliação dos proponentes, o índice é incapaz de mensurar outros indicadores importantes do desenvolvimento econômico e social de um país, como seu capital social, humano e natural e como esses dados se cruzam.
Via Direta
*** Os problemas do segmento madeireiro serão discutidos hoje em Ariquemes *** Divino Cardoso (PTB) vai patrolando os adversários em Cacoal rumo ao Palácio do Café *** Se depender do Diretório Estadual, o Dr. José Augusto será o candidato do PMDB em Porto Velho.
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