Segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019 - 20h00

No fim de janeiro, diante do
consulado brasileiro em Nova York, militantes de diversas entidades, dentre as
quais a Rainforest Foundation US, enfrentavam o frio intenso para protestar
ali, em Washington e Los Angeles, além de Londres, Berlim, Madri, Milão e
Paris, no ato maior da campanha Sangue
Indígena – nenhuma gota a mais.
Os EUA prosperaram massacrando
índios e predando a natureza sem pudor. Sabem que a matança de índios e a devastação
das florestas são crimes de lesa-humanidade. Na tentativa de expiar suas
máximas culpas, pretendem que o Brasil não os cometa. Isso é louvável, mas
insuficiente diante do gigantesco esforço necessário para assegurar a
sustentabilidade.
Seria suficiente se com os
protestos também atendessem ao apelo dos brasileiros que, a exemplo do senador
gaúcho Luis Carlos Heinze, concordam que o país deva preservar a Amazônia ao
máximo, porque se trata de fazer um bem à humanidade, “mas se serve para o
mundo, o mundo que nos pague”, propõe.
Mesmo que chamem a proposta de “chantagem”
e aleguem que os primeiros a perder com a destruição seriam os próprios
brasileiros, cabe observar que antes de torrar bilhões em guerras inúteis seria
mais defensável custear a preservação no Brasil.
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Base aliada
O numero de nomeações de cargos
comissionados no governo de Rondônia está próximo de 4 mil é considerado um
indicio de composição do governador Marcos Rocha (PSL) com os deputados estaduais
para a formação de uma base aliada confiável no parlamento rondoniense. Nada
que espante e que não tenha feito antes pelos mandarins anteriores, já que é o
velho toma lá, dá cá.
Petistas bocudos?
Já não se vê tantos petistas
bocudos por aí depois da segunda condenação de Lula, agora para 25 anos de
cadeia. A militância também abandonou a concentração em Curitiba e o próprio
ex-presidente já deve ter concluído que quem fala muito dá bom dia a cavalo. E
o último encontro dos petistas já mostrou as divergências entre Gleysi Hoffman
e Hadad, hoje as principais lideranças do partido.
Mesmos sintomas
Os mesmos sintomas da cheia
histórica no Rio Madeira de 2014 estão presentes neste ano de 2019. Na época
mais de 30 cidades bolivianas foram alagadas, mas de 10 mil cabeças de gado
morreram afogadas, muitas comunidades ficaram submersas, tantas vitimas humanas
perdidas. Desde o inicio da temporada que os ribeirinhos alertavam que a batata
estava assando e os metereologistas de plantão negavam a desgraceira, etc,etc.
A fantasmarada
Por falar em Assembleia Legislativa
a nova mesa diretora fez um rapa na fantasmarada herdada da gestão passada.
Muitos fantasmas, neste momento, estão chiando e buscando apadrinhamentos
diversos para livrar o couro. Outros procuram novas paragens, ou seja, outros
órgãos públicos. Como sempre se acomodam, de um jeito ou de outro, os bichos
são renitentes e sempre acabam voltando.
Novos deputados
Os novos deputados federais de
Rondônia que ascenderam ao Congresso, iniciam o mandato preocupados com a
situação das estradas rondonienses, principalmente com a BR 364. Todos eles já
estiveram no Dnitt cobrando melhorias Alguns representantes pedem o alteamento
da rodovia nos trechos que alagaram recentemente causando a interrupção e o
isolamento rodoviário do Norte de Rondônia, Acre e Amazonas.
Via Direta
***Os produtores de leite também reclamam da situação das estradas
vicinais. A entrega do produto esta prejudicada em várias regiões do estado *** O ano começou mal para Porto Velho. Temos desde a
ameaça de nova cheia, a saúde caótica, a segurança em colapso *** Não bastasse, a capital padece ainda com o
problema dos transportes coletivos agravado com o início das aulas *** Estou
de olho nos rios bolivianos que estão subindo muito nesta época do ano ***E aquele aguaceiro todo já chegou no
Mamoré. Laguinho vem para o nosso Madeirão.
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