Segunda-feira, 10 de junho de 2013 - 20h34
Drogas e lavagem
Um dos absurdos existentes neste Brasil varonil começa a ser corrigido no Congresso Nacional. Trata-se da destruição das drogas apreendidas – diariamente são toneladas de cocaína, maconha etc – que ficam abarrotando os depósitos federais, provocando muitas vezes acordos espúrios entre policiais e traficantes, originando chá de sumiço nos entorpecentes.
A Comissão de Constituição e Justiça vai analisar durante a semana proposta que diminui o tempo para a destruição das drogas aprendidas e também para que os bens dos traficantes sejam leiloados. Já era tempo e estas medidas representam um avanço no combate ao narcotráfico e lavagem de dinheiro.
O projeto institui ainda um prazo máximo de 30 dias para a incineração dos entorpecentes apreendidos, mas deixa claro será mantida uma pequena quantidade para a realização de laudos. Atualmente as drogas só são exterminadas depois de o processo ter sido concluído e isto às vezes demora anos.
Já aprovado na Comissão de Segurança Pública, o projeto que tem como objetivo tornar mais célere o combate ao tráfico de drogas no País, agora recebe prioridade junto aos congressistas.
Em dificuldades
Os partidos políticos rondonienses, que começam a discutir alianças para as eleições de 2014, tem se queixado muito de uma grande dificuldade: cumprir a cota exigida pela justiça eleitoral de mulheres candidatas. A grande maioria das legendas – inclusive as de ponta – está à cata das interessadas na participação das eleições.
A recusa
A recusa do ex-governador e atual senador Ivo Cassol para uma aliança com os petistas é um claro sinal de quantos anda a moral do partido de Lula em Rondônia. Desde que a sigla foi chutada pelo PMDB – sigla também envolvida na Termópilas, mas que se sentiu mais limpa que os petistas - nas eleições municipais a coisa tem ido de mal a pior.
A maioridade
A mudança da maioridade penal divide deputados federais e senadores no Congresso Nacional. O tema é polêmico e esta sendo discutido em audiências públicas no Senado, desde a semana passada. Agora, um grupo de congressistas defende a proposta da realização de um plebiscito para decidir a mudança. Parece o mais certo.
Enxurrada
Ji-Paraná vai bem dividida para a disputa de cadeiras na Assembléia Legislativa. Além de Euclides Maciel (PSDB) a reeleição, devem entrar na peleja: 1- Edvaldo Soares (PMDB) 2- Silvia Cristina (PDT) 3-Leudo Buritis (PDT) 4 - Assis Canuto (DEM) 5 - Nilton Cesar (PSB) 6 - Paulo do SENAI (PTB), Ari Saraiva (PSDC), Solange Pereira (PMDB) e Márcia Regina (PT).
A fragmentação
É justamente a fragmentação dos votos em pólos regionais importantes como Ji-Paraná, Cacoal e Vilhena que possibilitam aos pequenos municípios, mais unidos, a emplacar representação, como Nova Brasilândia (Adriano Boiadeiro), São Francisco (Lebrão), Ministro Andreazza (Maurão), Urupá (Edson Martins), Machadinho (Neodi Carlos) entre outros.
Modelo petista
Com uma brusca queda de arrecadação, o PT terá dificuldades de tornar o município de Jaru seu modelo administrativo. A cidade é gerida pela presidente estadual do partido Sônia Cordeiro. Já se fala num rigoroso ajuste na maquina para que a gestão não seja punida pela Lei de Responsabilidade Fiscal.
Via Direta
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