Sexta-feira, 17 de abril de 2026 - 07h21

O
astronauta canadense, ao contemplar nosso planeta depois de oito dias viajando
pelo espaço, disse, emocionado: “Somos muito sortudos de viver na Terra”. Nós a
pisamos diariamente, mais de uma vez até reclamando de seu clima, de alguns de
seus países e de um número impreciso de pessoas que nos causam problemas ou
dificuldades sem reservar ao menos alguns segundos do dia ou da semana para
refletir sobre o que é viver na Terra.
Somos
realmente sortudos por viver neste planeta, mesmo sabendo que nossa avançada
cosmologia ainda não encontrou nenhum outro ponto do universo em que exista
qualquer sinal de vida humana? Sorte ou azar, vivemos na Terra ou deixamos de
viver, pois não existe alternativa. Viver fora dela, isoladamente, no espaço, custaria,
segundo estimativas hoteleiras, diárias rigorosamente astronômicas, cerca de R$
800 mil.
Ao
redor do mundo, milhões de pessoas sonham em um dia vir para cá, seja em visita
de turismo ou para se instalar com empresas e famílias. Olhando por alto, calcula-se
que cerca de 300 mil chineses e um número aproximado de norte-americanos vivem
no Brasil, enquanto ao redor de 5 milhões de brasileiros vivem no exterior.
Como as pessoas mudam de lugar quando estão insatisfeitas pode-se imaginar que
milhões de terráqueos partiriam do planeta se tivessem para onde ir. Nessa
reflexão maior cabe também pensar se somos sortudos por viver na Amazônia.
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Governo de coalizão
A
administração do prefeito Leo Moraes (Podemos) vai se consolidando como uma
gestão de coalizão com integrantes de vários partidos integrando a gestão
municipal. A legenda que já tem emedebistas, como Euma Tourinho no primeiro
escalão, agora também possui secretários indicados pelos deputados federais Cristiane
Lopes, que recentemente aderiu ao Podemos e ao coronel Chrisóstomo (PL) e
petistas. A articulação também garante recursos de emendas partidárias para o
município e mais espaço garantido na Esplanada dos Ministérios para estender o
pires da mão em busca de verbas federais.
Ganhando terreno
Com
uma poderosa nominata de postulantes à Assembleia Legislativa e mais o apoio do
governador Marcos Rocha que aderiu ao PSD, o ex-prefeito de Cacoal Adailton Fúria
espera ganhar terreno nas sondagens eleitorais durante a campanha em Porto Velho,
um território considerado tomado pelo ex-prefeito da capital Hildon Chaves
candidato da federação União Progressista. Fúria tinha largado bem, no entanto
assim que foram lançadas as candidaturas de Hildon Chaves e Expedito Neto ele
perdeu força. No momento, acredita-se que Marcos Rogério vai ponteando a
jornada ao CPA no interior e Hildon Chaves em Porto Velho.
Esquerda rachada
A
esquerda rondoniense vem bem rachada para as eleições ao governo de Rondônia e
já estão enumeradas pelo menos três postulações: Pelo PSB de Vinicius Miguel, o
advogado Samuel Costa, pelo PSOL Luís Carlos Teodoro, pelo PT, o ex-deputado
federal Expedito Neto. A situação para a esquerda já não era tão favorável e
agora se afunda de vez com seu único candidato com mais chances de seguir um previsível
segundo turno, Expedito Neto reduzindo suas chances. A direita e a centro-direita
comemoram a má estratégia dos adversários esquerdistas.
A incapacidade
Passam
os secretários de segurança pública em Rondônia e não se consegue resolver o
grave problema de roubo de fiação elétrica nas residências, nas ruas, nas avenidas
e nos logradouros públicos em Porto Velho o que causa graves prejuízos a
população. Falta planejamento e ações coordenadas entre as esferas municipais e
estaduais em conjunto com a empresa que explora a energia elétrica no estado.
Havendo bom senso, todos estes entes se unindo poderia ser montada uma patrulha
noturna para pelo menos reduzir os furtos. Nas madrugadas se constatam ladrões
agindo no roubo da fiação e depenando residências e pontos comerciais.
Os enrascados
Mesmo
enrascados com a justiça e ameaçados de se tornarem inelegíveis, os ex-governadores
do Acre, Gladson Cameli e de Roraima Antônio Denarium seguem na disputa de
cadeiras ao Senado em seus respectivos estados. Os julgamentos dos casos são
sucessivamente adiados e devem se arrastar até depois das eleições permitindo
assim ambos na peleja 2026. Os dois mandatários que deixaram os cargos recentemente
estão bem posicionados na disputa ao Senado. No Acre, por exemplo, Gladson
Cameli lidera a corrida ao Senado tendo como principal rival o petista Jorge
Viana, ex-governador ex-senador.
Via Direta
***A compra fraudulenta de gado bovino
por pecuaristas de outros estados está causando sérios prejuízos ao erário de
Rondônia com a perda de impostos. Vários esquemas foram identificados pelas
autoridades fazendárias*** Alguns partidos incharam em Rondônia com tantas candidaturas
a Assembleia Legislativa. Ao mesmo tempo foram descobertos vários “pelés” em algumas
legendas o que poderá provocar debandadas ***
Os candidatos a ALERO menos favorecidos de recursos e de estrutura não querem
servir de escada para os chamados medalhões *** Agora, ao todo são 12 candidatos
ao Senado em Rondônia. Haja fragmentação de votos principalmente em Porto Velho.
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