Terça-feira, 14 de setembro de 2021 - 10h50

As
redes sociais possuem o benefício da comunicação instantânea mas também apresentam
sintomas doentios, como favorecer fabricantes de boatos e mexericos. A regulação
da sociedade, por seus instrumentos democráticos, tratará de isolar os
cibercriminosos e resgatar o crédito da boa informação.
Para
o bem, as redes não deram voz só a minorias barulhentas: as grandes maiorias ocupam
mais espaços. Em número crescente, os consumidores querem saber a origem dos
produtos que compram. Rejeitam pôr à mesa da família alimentos procedentes de
genocídio, devastação florestal e matança de animais. Nas grandes empresas,
acompanhamento, pesquisa e respostas imediatas aos consumidores fazem a
diferença no mercado extremamente competitivo de hoje. Isso explica a
importância da sigla ESG tanto para a iniciativa privada quanto para governos, empresas
estatais e de economia mista.
A
Marfrig mapeou cerca de cinco mil fazendas na Amazônia como potenciais
fornecedoras de gado e anotou que 61% têm controle de origem, ou seja, os
animais não vieram de áreas indígenas, de conservação ou com envolvimento em
crimes socioambientais. Com os novos recursos tecnológicos, tais controles
chegarão ao máximo, pois se trata de uma exigência dos consumidores. Seu olhar crítico
se estende implacavelmente por todos os lugares, via satélite e fibra ótica.
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Água e esgoto
Quase
duas décadas depois que o então governador Ivo Cassol e então prefeito de Porto
Velho Roberto Sobrinho anunciaram e disputavam a paternidade de um projeto de
esgoto sanitário que visava dotar a capital rondoniense de 100 por cento de
água tratada e de coleta de esgoto, a realidade dos nossos indicativos seguem terceiro-mundistas.
A rede de água tratada é inferior a 50 por cento da população e a coleta de
esgoto estacionada em cinco por cento. O que o futuro nos reserva? Ainda vai
longe a realização dos delírios de Cassol e Sobrinho...
Centrão e MDB
Está
mais fácil galinha criar dentes do que a desunida oposição brasileira tocar a
frente o projeto de impeachment do presidente Jair Bolsonaro no Congresso Nacional.
Agora já se sabe, que além dos partidos ligados ao famigerado Centrão, o MDB do
ex-presidente Michel Temer se alinhou a base aliada. Como nos governos anteriores
do PT, o MDB volta ao poder, liderado por Temer, o novo guru de Bolsonaro,
redator da recente carta a nação encaminhada a opinião pública e que desembarca
no Planalto com prestigio na articulação. Não se sabe por quanto tempo.
Prévias tucanas
Os presidenciáveis
tucanos que vão participar das prévias do partido em novembro começaram as
visitas pelos estados visando buscar apoio nas convenções nacionais. De um
lado, o governador de São Paulo João Dória, de outro o governador do Rio Grande
do Sul Eduardo Leite, e ainda o senador cearense Tássio Jereissati. O ex-presidente
Fernando Henrique Cardoso cerrou fileiras com Dória. Enquanto que Leite e Jereisatti
estão acenando com uma aliança contra o atual governador paulista. Como curiosidade,
tanto Dória como Leite apoiaram Bolsonaro em 2018.
Lençol freático
As
últimas chuvas tiveram o mérito de melhorar a situação do lençol freático de
Porto Velho drasticamente reduzido durante uma prolongada estiagem. Por conta
da seca até os poços caseiros sumiram levando seus proprietários a perfurar
pelo menos mais 5 metros em algumas regiões da cidade. Neste verão, Rondônia
assistiu rios importantes perdendo nível e igarapés secando para todo o lado.
Poços semi-artesianos foram atingidos na capital, o que em temporadas anteriores
não tinha acontecido. Os efeitos climáticos estão ficando cada vez mais
rigorosos na Amazônia.
As homenagens
Na
comemoração do aniversário do Diário da Amazonia, na última segunda-feira, dia
13 de setembro, o senador Acir Gurgacz (PDT-RO) também homenageou, em seu
pronunciamento, na mesma data o aniversário da criação do Território Federal do
Guaporé, que depois virou Território Federal de Rondônia e Estado de Rondônia.
Também fez menção ao aniversário da fundação da Rede Amazônica de Televisão,
que ele seguiu como modelo para a implantação do Sistema Gurgacz de
Comunicação-SGC. Como se sabe, Diário,
Território e Rede Amazônica fazem aniversário na mesma data.
Via Direta
*** Impressiona o visual do muro feito de
vidros da Câmara de Vereadores de Porto Velho, que é acompanhado de um mirante
de vidro para ver o estacionamento da Casa Legislativa como se isto fosse uma
atração ***
Um desperdício de dinheiro público seguido de falta de gestão no legislativo
mirim. *** Mas obras faraônicas é o que
não falta em Porto Velho em certas obras públicas onde predominam os “rachids” ***Trocando
de saco para mala: até agora a prefeitura de Porto Velho não decidiu o que
fazer com os esqueletos dos prédios abandonados ou já condenados como é o caso
do edifício Aquarius, no bairro Embratel *** Alguns edifícios estão abrigando viciados, mendigos e arrombadores de
residências *** Também existe o velho problema insolúvel
de casas e apartamentos populares entregues com rachaduras pelas empreiteiras
cujos proprietários não tomam providências.
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