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Samuel Saraiva

No reino da simplicidade habitam a sofisticação e a decência


No reino da simplicidade habitam a sofisticação e a decência - Gente de Opinião

O imperativo da higiene física e mental, sobre a ostentação da VAIDADE risível

A vaidade é vista como um desvio fútil de conduta da alma, que se revela no culto a própria aparência, pelo desejo de despertar admiração e atração física de forma apelativa, numa total falta de senso do ridículo, associada a personalidades psicopatas, condenada a vergonha pela exaustão física imposta pelo tempo.

Em alguns livros considerados "sagrados", na Bíblia, por exemplo, a vaidade é descrita como algo enganoso, desprovida de valor espiritual, comumente usada como recurso apelativo para disfarçar a pobreza intelectual, ou ausência de virtudes, como instrumento de ostentação grotesca e idolatra, evidenciando orgulho extravagante, capaz de ridicularizar o padrão de beleza superficial ou cosmético de quem o protagoniza, causando risos ou estranheza.

Ao contrário do mundo racional, no meio animal, a vaidade é inocente, engraçada e apreciada, seja em macacas-narigudas (nasális larvatus) que se envaidece de seus cabelos ensebados, ou na graciosa leveza de flamingos se admirando em espelhos de algum zoológico.

* O conteúdo opinativo acima é de inteira responsabilidade do colaborador e titular desta coluna. O Portal Gente de Opinião não tem responsabilidade legal pela "OPINIÃO", que é exclusiva do autor.

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