Sábado, 4 de novembro de 2023 - 10h27

A Amazônia é nossa”, podemos destruir, tipo, “a
mulher é minha”, posso dar porrada e matar e ninguém tem que se meter.
Enquanto isso a doméstica incompetente posa de
ministra e cheira fumaça, gastando gasolina em passeios oficiais, vomitando o
ridículo e manjado discurso de que o mundo tem que mandar dinheiro para que nós
brasileiros não continuemos destruir o que vai restando do maior patrimônio
biológico do planeta. “Ajudas” que desaparecem no bolso de ratazanas humanas
corruptas e vorazes sem chegar ao fim proposto, e os doadores internacionais
idiotizados.
Governos após governos rotulados de esquerda e
direita, observam coniventes a destruição desse patrimônio vital para a
humanidade.
Nem os povos que viveram na “idade da pedra”, foram
tão nocivos ao meio ambiente. Assim está parte de Alter do chão hoje.
A ONU desmoralizada, as nações poderosas lucrando
com guerras, “Deus” muito ocupado, apenas observa inerte, sem intervir com seus anjos.
De onde virá o socorro? O povo tem mais é que respirar fumaça e
morrer com o flagelo da sede e da fome, sob o extremo calor do purgatório que
ajuda a criar.
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