Segunda-feira, 13 de abril de 2009 - 13h04
A informação não é oficial, mas o Governo do Estado já estaria com recursos suficientes para tocar uma boa parte da estrada ligando a BR-364, à altura do hospital Santa Marcelina (KM 17 sentido Candeias) até um local distante aproximadamente 25 Km, na margem direita do Rio Madeira, onde se está planejando a construção do porto de carga e descarga de Porto Velho.
Com isso, a construção, naquele local, de uma ponte ligando os dois lados da rodovia BR-364 estará definida, retirando-se a possibilidade da obra acontecer na área urbana de Porto Velho, como se encontra hoje o serviço de travessia por balsa.
Quem está defendendo a manutenção da balsa e até a ponte no local onde é feita a travessia atualmente são empresários do transporte rodo-fluvial e das empresas que administram os vários portos de atracação existentes na região, onde descarregam combustível e toda espécie de mercadorias, com sérios riscos de um acidente grave, haja vista a área estar toda habitada.
"Para essas pessoas o risco de um acidente grave, ou o inferno que está transformado o tráfego na zona urbana de Porto Velho, pouco importam. Eles não querem é deixar os atracadouros nos bairros da Balsa e Nacional", diz o publicitário Glênio Tonon.
Onde a empresa Hermasa já está fazendo estudos topográficos para construir seu novo porto de recepção e embarque de grãos, segundo o empresário Ecir Rezende, distam 15 Km da área atual de atracação da balsa do Madeira. E daquele local, ainda conforme a mesma fonte, até à BR-319, são mais sete Km dentro de Rondônia e outros 12 no Amazonas.
Alegando não querer "ficar mal" com seus vizinhos donos de lotes do outro lado do Madeira, um funcionário graduado do Tribunal de Contas admite que, em nome da segurança e da própria situação urbana de Porto Velho, é justo construir a ponte distante da balsa atual.
O advogado Amadeu Machado é a favor da ponte a 15 Km da balsa atual. "Não se justifica construir um porto dentro da cidade, com todos os problemas de tráfego que uma obra dessa venha a gerar. O certo é colocar lá longe, e fazer com que se mudem para lá, naturalmente, as empresas que hoje se amontoam na zona urbana da capital".
Fonte: Carlos Araújo
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