Sexta-feira, 1 de novembro de 2013 - 07h11
A demissão de vigilantes pelas empresas de segurança é ato administrativo das próprias empresas, que são privadas, sem qualquer responsabilidade por parte do Sintero, que representa apenas os trabalhadores em educação do setor público.
O esclarecimento é feito pela direção do Sintero, que equivocadamente às vezes é responsabilizada pelas demissões na iniciativa privada. A direção do Sintero, em nenhum momento, discutiu com a Seduc ou participou de qualquer acordo ou reunião sobre a demissão de vigilantes. O sindicato esclarece, ainda, que é totalmente contra a demissão de trabalhadores, seja no governo, seja no setor privado.
O Sintero, no entanto, sempre se posicionou contra a terceirização no governo por considerá-la nociva ao serviço público, e uma forma de consumir os recursos destinados ao atendimento da população com serviços de saúde, educação, segurança, estradas, e outros.
No caso da vigilância das escolas, o Sintero sempre defendeu a realização de concurso público para o cargo, o que dá mais segurança aos trabalhadores e garante a correta utilização dos recursos públicos.
Quando da rescisão dos contratos com as empresas privadas, anunciada unilateralmente pela Seduc, o Sintero sugeriu a contratação dos vigilantes pelo sistema emergencial, assim como a Seduc faz a contratação de professores emergenciais, para suprir temporariamente a falta desses profissionais nas escolas, até que o governo providencie o novo formado de vigilância.
De qualquer forma, tanto através de concurso quanto na contratação emergencial, cada vigilante custaria aos cofres públicos um valor três vezes menor do que o montante pago pelo governo às empresas privadas pelos mesmos postos de trabalho.
O presidente do Sintero, Manoel Rodrigues, considera inapropriada e equivocada a transferência da responsabilidade pelas demissões ao sindicato. “Nós sempre defendemos e continuaremos a defender a classe trabalhadora. O que não aceitamos é que os trabalhadores, de qualquer setor, sejam usados na administração de contratos, principalmente quando esses contratos tiram recursos da educação”, disse.
Fonte: Ascom
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