Terça-feira, 9 de junho de 2009 - 16h33
Nem os mortos do Cemitério da Candelária descansam em paz em meio a pauleira urbanizatória que vem atazanando a nossa urbe nos últimos meses. A cidade do porto transformou-se num canteiro de obras. Um novo pólo migratório é o que nós somos, o mais novo berço da expansão imobiliária, do agronegócio, um circo violento, um trânsito caótico. CLIQUE, LEIA E COMENTE O ARTIGO DO ARTICULISTA ANTÔNIO SERPA DO AMARAL FILHO.
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