Sexta-feira, 26 de junho de 2009 - 13h23
Nova York está de luto. Porém, Michael Jackson não morreu. Elvis também não. Pelé é eterno, e o nome do Rei do Baião arde flamejante nas labaredas incandescente em homenagem a São João. Um ídolo não morre, eterniza-se na memória dos povos. O Rei do Pop moderno, aos 50 anos de idade, teve parada cardíaca, e isso lhe ceifou a vida biológica, mas não a vida mitológica. Mito que é mito não morre. CLIQUE, LEIA E COMENTE O ARTIGO DO ARTICULISTA ANTÔNIO SERPA DO AMARAL.
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Visando ampliar o acesso da população aos serviços de saúde e garantir mais conforto e segurança aos pacientes, o deputado estadual Ismael Crispin a
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