Quarta-feira, 30 de outubro de 2013 - 05h11
A reestruturação administrativa do Estado, o reflexo da crise mundial, a dívida do extinto Banco do Estado de Rondônia (Beron), transposição, realização de concursos, assim como obras, potencialidades naturais e os investimentos que deverão ser realizados para que Rondônia continue avançando, estão entre os assuntos da entrevista que o governador Confúcio Moura concede ao programa Rondônia em Debate, que estréia às 20h da próxima quinta-feira (31), na Rede TV Rondônia. Apresentado pelo jornalista Alessandro Lubiana, o programa terá reprise no domingo (3), a partir das 22h30.
Durante uma hora, o governador explica como foi feita a reforma administrativa, com a extinção e fusão de secretarias, redução de cargos comissionados e salários, uma medida necessária adotada também por Estados, como Minas Gerais, São Paulo e Goiás, para se ajustar à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Falou sobre o paradoxo que ocorre com o Produto Interno Bruto (PIB) de Rondônia crescendo 6,7% e as receitas internas de 5 a 6%, enquanto são reduzidos os repasses do governo Federal em função da crise financeira mundial, redução de impostos para incentivo ao consumo, a exemplo da linha branca de eletrodomésticos; e o fechamento das termoelétricas, que resultou numa perda estimada em R$ 180 milhões/ano.
Ao ser questionado sobre o reconhecimento da população, que o apresentador Lubiana fez questão de afirmar ser este o governo que mais fez pelos municípios, citando o exemplo de Ji-Paraná onde morou por muitos anos, o governador respondeu que independente do reconhecimento o administrador tem que fazer o que tem de ser feito. “Mas é impossível ter prefeito que diga que não recebeu nada”, disse Confúcio, que antes já havia afirmado que a marca Governo da Cooperação não é demagogia, pois tem atuado independente da sigla partidária do administrador.
O governador ainda fala sobre as obras em Porto Velho, na Rua da Beira, Estrada do Belmont, 150 quilômetros de asfalto, entre outras; o maior programa de habitação executado em parceria com o governo Federal, entre outros recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) que irão garantir água tratada e esgoto em vários municípios, além de calçadas e asfalto para atender ao projeto de mobilidade urbana.
Quanto às perspectivas do Estado, Confúcio aponta a plantação de soja, construção de novos portos, florestas a ser exploradas e a diversidade de minérios.
Fonte: Veronilda Lima
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