Quinta-feira, 11 de abril de 2013 - 17h01
De acordo com o coordenador da Operação Tapa Buracos, Arnaldo Moura, da Secretaria Municipal de Obras (Semob), apesar de que chuvas intensas ainda estejam dificultando os trabalhos, as quatro equipes que atuam com a restauração de vias públicas estão trabalhando com todo empenho para que a maior quantidade possível de ruas possam receber os serviços de reparação.
“A grande dificuldade com as chuvas refere-se ao fato de que o asfalto quente derramado sobre superfícies úmidas não produz, no processo de preenchimento, secagem e nivelamento, a mesma perfeição que se observa na operação com superfícies secas. O trabalho se torna mais moroso e também mais oneroso. A produção é imperfeita, por isso, o correto seria esperar a estiagem, contudo, tendo em vista a situação geral da cidade, vemo-nos obrigados a prosseguir da melhor forma possível, pois há situações que pedem ação urgente”, explica Arnaldo.
Para os trabalhos de campo, a Semob tem destacado trinta e três trabalhadores que formam quatro equipes. Cada uma delas opera com o maquinário necessário para cumprir as metas estabelecidas pela equipe de estudo e planejamento das operações. Os maquinários utilizados são caminhões, rolos lisos e rolos pneumáticos, além de compressores e outros equipamentos menores. Na produção de massa asfáltica, opera uma equipe de nove trabalhadores.
A Zona Sul, por apresentar os piores casos, tem recebido maiores atenções. “Nossa intenção era a de gastarmos oito dias com os reparos nas ruas Angico, Abacateiro, Joaquim Rocha e Estrada dos Japoneses, além dos trabalhos que já estão sendo também realizados na Rua Calama, porém, já refizemos os planos, pois teremos ainda que demorar nesses lugares, pelo menos, uns cinco dias a mais”, destaca o Coordenador. Segundo os planejamentos, os bairros Mariana e São Francisco serão os próximos locais a receberem atenção das equipes da Semob. Também está programado para sábado próximo (13/04) os trabalhos de reparação em ruas da área central da cidade. “Os serviços não param, apesar das dificuldades, mas deverão se tornar mais intensos conforme as chuvas passem a dar trégua”, esclarece Moura.
Fonte: Renato Menghi
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